O Agosto Lilás reforça, durante todo o mês, a importância da conscientização e do combate à violência contra a mulher. Em Maricá, porém, a rede de atendimento funciona durante todo o ano e oferece acolhimento, orientação e acompanhamento às vítimas.
No primeiro semestre de 2026, o Grupamento Maria da Penha (GMAP), da Guarda Municipal, registrou 376 chamados, com 299 mulheres assistidas e 19 agressores encaminhados à delegacia. Em 2025, foram contabilizados 638 atendimentos.
Segundo a comandante do GMAP, Ana Aretuza, o trabalho vai além do atendimento às ocorrências. As equipes também acompanham casos, orientam vítimas e realizam ações preventivas.
“O nosso trabalho vai muito além do socorro na hora da ocorrência. A gente acompanha cada caso de perto, orienta essas mulheres e atua na prevenção.”
Rede de apoio funciona durante todo o ano
Além do atendimento realizado pela Guarda Municipal, Maricá conta com outros serviços voltados à proteção e ao acolhimento de mulheres vítimas de violência.
A Casa da Mulher Heloneida Studart, no Centro, oferece atendimento jurídico, psicológico e social, além de orientações sobre os direitos das vítimas.
Em Inoã, a Sala Lilás, localizada na Unidade de Saúde da Família Inoã 2, oferece atendimento humanizado a mulheres, crianças, adolescentes e pessoas LGBTQIA+ vítimas de violência, incluindo suporte durante o processo de perícia médica.
A rede também realiza ações de prevenção em escolas, unidades de saúde e eventos do município. Entre as iniciativas está a Tenda Lilás, espaço de orientação e apoio montado em grandes eventos.
Onde pedir ajuda em Maricá
Grupamento Maria da Penha (GMAP)
📞 153 — plantão 24 horas
CIOSP
📱 WhatsApp: (21) 96809-1516
Central de Atendimento à Mulher
📞 180 — atendimento nacional e anônimo
Casa da Mulher Heloneida Studart
📍 Rua Vereador Luiz Antônio da Cunha, nº 50, Centro
🕐 Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
📞 (21) 99107-9691
As vítimas também podem procurar o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM) ou qualquer unidade de saúde do município.
A violência não precisa esperar o Agosto Lilás para ser denunciada. Se houver risco imediato, procure ajuda.






