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	<title>Eco Notícias RJ</title>
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	<description>Seu portal de notícias reais da Região Metropolitana do RJ</description>
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	<title>Eco Notícias RJ</title>
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		<title>Escritório de Flávio Bolsonaro emitiu R$ 13,7 milhões em notas fiscais durante mandato no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 01:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os serviços jurídicos prestados pelo escritório de Flávio Bolsonaro (PL) movimentaram cifras milionárias enquanto o senador exercia seu mandato no Congresso Nacional. Documentos fiscais analisados pelo UOL mostram que a empresa emitiu pelo menos R$ 13,7 milhões em notas entre janeiro de 2023 e julho de 2026. A apuração, divulgada nesta terça-feira (20), reuniu 62 notas fiscais e revelou que metade dos documentos corresponde a pagamentos feitos por outros advogados e escritórios de advocacia. A maioria dos registros utiliza descrições genéricas, como “assessoria jurídica”, sem apresentar detalhes sobre os serviços realizados. Durante consultas a sistemas de tribunais estaduais, federais e superiores, o UOL localizou apenas um processo judicial relacionado aos clientes mencionados nos documentos. Apesar disso, a ausência de ações judiciais não indica necessariamente que os serviços não tenham sido executados, já que a advocacia também envolve atividades extrajudiciais, como consultorias, elaboração de pareceres e orientações jurídicas. Escritório funciona em mansão de Flávio Bolsonaro em Brasília Fundado em abril de 2021, o escritório tem como endereço registrado a residência do senador, uma mansão localizada no Lago Sul, em Brasília. Flávio Bolsonaro figura como único titular da empresa, que não possui outros funcionários e tem Letícia Caetano dos Reis como administradora. Letícia é irmã do contador Alexandre Caetano dos Reis, preso em dezembro de 2025 por suspeita de envolvimento em fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Polícia Federal investiga possível ligação financeira entre Flávio Bolsonaro e advogado O escritório passou a ser investigado pela Polícia Federal após a identificação de indícios de uma possível conexão financeira entre Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz, amigo do parlamentar. De acordo com a reportagem do UOL, os investigadores apuram a suspeita de que ambos teriam compartilhado uma conta bancária utilizada para movimentações financeiras. Flávio e Tomaz negam essa informação. O inquérito está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os dados bancários registrados nas notas fiscais estão contas do Santander e do Banco de Brasília (BRB). Uma das contas do Santander é apontada pela PF como aquela que teria sido compartilhada pelos dois advogados. A legislação brasileira permite que parlamentares exerçam a advocacia durante o mandato, desde que cumpram determinadas restrições legais, incluindo impedimentos relacionados à participação na Mesa Diretora do Senado e à atuação em causas específicas envolvendo órgãos públicos. Escritório ligado a aliado de Bolsonaro pagou R$ 4 milhões O maior contratante identificado no levantamento foi o Nilo &#38; Almeida Advogados Associados, escritório que tem entre seus sócios o advogado Edvaldo Nilo de Almeida. Foram identificadas duas notas fiscais de R$ 2 milhões cada, emitidas em agosto e outubro de 2025, referentes a serviços prestados pelo escritório de Flávio Bolsonaro. Juntos, os pagamentos representam aproximadamente 29% dos R$ 13,7 milhões documentados. Edvaldo Nilo foi nomeado por Jair Bolsonaro, em 2022, para integrar a Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Atualmente, ocupa uma cadeira no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Em resposta ao UOL, o advogado explicou que os valores são referentes a um contrato firmado em abril de 2025, envolvendo serviços jurídicos realizados conjuntamente para clientes privados. Segundo Nilo, os trabalhos não tiveram participação de entes federativos nem envolveram recursos públicos. Ele, porém, não informou a identidade dos clientes atendidos ou os processos relacionados aos pagamentos. Outro contratante relevante foi a Simas Industrial de Alimentos, fabricante de doces do Rio Grande do Norte, responsável por R$ 3,3 milhões em notas fiscais emitidas entre 2023 e 2024. Pagamentos envolvem escritórios de outros advogados O levantamento também identificou movimentações financeiras envolvendo sociedades ligadas a outros profissionais do setor jurídico. Duas empresas vinculadas ao advogado Otto Medeiros aparecem nos documentos com pagamentos que, somados, alcançam R$ 2,1 milhões. Otto mantém relação de amizade com o ministro do STF Kassio Nunes Marques, indicado à Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Conforme manifestação do escritório, a contratação de Flávio Bolsonaro teve como finalidade a prestação de consultoria jurídica privada, seguindo critérios técnicos e profissionais. Outro nome identificado é o advogado Daniel Bettamio Tesser, integrante da equipe de defesa de Jair Bolsonaro. Seu escritório realizou pagamentos que totalizam R$ 970 mil. Os registros incluem ainda uma nota fiscal válida de R$ 500 mil destinada à Contábil Correa Contabilidade &#38; Auditoria. A empresa possui ligação com um diretor da Copenhagen Assessoria e Consultoria, que recebeu recursos do Banco Master. Além desses casos, foram identificados pagamentos feitos por empresários e outras sociedades de advocacia. Parte dos contratantes confirmou que os serviços jurídicos foram efetivamente realizados, mas não forneceu informações adicionais sobre os trabalhos, alegando a necessidade de preservar o sigilo profissional. Campanha de Flávio Bolsonaro não respondeu Procurada pelo UOL para comentar os valores identificados e as informações apresentadas no levantamento, a campanha de Flávio Bolsonaro não havia se manifestado até a publicação da reportagem original. Fonte: UOL.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/escritorio-de-flavio-bolsonaro-emitiu-r-137-milhoes-em-notas-fiscais-durante-mandato-no-senado/">Escritório de Flávio Bolsonaro emitiu R$ 13,7 milhões em notas fiscais durante mandato no Senado</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os serviços jurídicos prestados pelo escritório de Flávio Bolsonaro (PL) movimentaram cifras milionárias enquanto o senador exercia seu mandato no Congresso Nacional. Documentos fiscais analisados pelo UOL mostram que a empresa emitiu pelo menos R$ 13,7 milhões em notas entre janeiro de 2023 e julho de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apuração, divulgada nesta terça-feira (20), reuniu 62 notas fiscais e revelou que metade dos documentos corresponde a pagamentos feitos por outros advogados e escritórios de advocacia. A maioria dos registros utiliza descrições genéricas, como “assessoria jurídica”, sem apresentar detalhes sobre os serviços realizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante consultas a sistemas de tribunais estaduais, federais e superiores, o UOL localizou apenas um processo judicial relacionado aos clientes mencionados nos documentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, a ausência de ações judiciais não indica necessariamente que os serviços não tenham sido executados, já que a advocacia também envolve atividades extrajudiciais, como consultorias, elaboração de pareceres e orientações jurídicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Escritório funciona em mansão de Flávio Bolsonaro em Brasília</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundado em abril de 2021, o escritório tem como endereço registrado a residência do senador, uma mansão localizada no Lago Sul, em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Bolsonaro figura como único titular da empresa, que não possui outros funcionários e tem Letícia Caetano dos Reis como administradora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Letícia é irmã do contador Alexandre Caetano dos Reis, preso em dezembro de 2025 por suspeita de envolvimento em fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Polícia Federal investiga possível ligação financeira entre Flávio Bolsonaro e advogado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritório passou a ser investigado pela Polícia Federal após a identificação de indícios de uma possível conexão financeira entre Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz, amigo do parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a reportagem do UOL, os investigadores apuram a suspeita de que ambos teriam compartilhado uma conta bancária utilizada para movimentações financeiras. Flávio e Tomaz negam essa informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inquérito está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dados bancários registrados nas notas fiscais estão contas do Santander e do Banco de Brasília (BRB). Uma das contas do Santander é apontada pela PF como aquela que teria sido compartilhada pelos dois advogados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação brasileira permite que parlamentares exerçam a advocacia durante o mandato, desde que cumpram determinadas restrições legais, incluindo impedimentos relacionados à participação na Mesa Diretora do Senado e à atuação em causas específicas envolvendo órgãos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Escritório ligado a aliado de Bolsonaro pagou R$ 4 milhões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior contratante identificado no levantamento foi o Nilo &amp; Almeida Advogados Associados, escritório que tem entre seus sócios o advogado Edvaldo Nilo de Almeida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram identificadas duas notas fiscais de R$ 2 milhões cada, emitidas em agosto e outubro de 2025, referentes a serviços prestados pelo escritório de Flávio Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juntos, os pagamentos representam aproximadamente 29% dos R$ 13,7 milhões documentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Edvaldo Nilo foi nomeado por Jair Bolsonaro, em 2022, para integrar a Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Atualmente, ocupa uma cadeira no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta ao UOL, o advogado explicou que os valores são referentes a um contrato firmado em abril de 2025, envolvendo serviços jurídicos realizados conjuntamente para clientes privados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Nilo, os trabalhos não tiveram participação de entes federativos nem envolveram recursos públicos. Ele, porém, não informou a identidade dos clientes atendidos ou os processos relacionados aos pagamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro contratante relevante foi a Simas Industrial de Alimentos, fabricante de doces do Rio Grande do Norte, responsável por R$ 3,3 milhões em notas fiscais emitidas entre 2023 e 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pagamentos envolvem escritórios de outros advogados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também identificou movimentações financeiras envolvendo sociedades ligadas a outros profissionais do setor jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas empresas vinculadas ao advogado Otto Medeiros aparecem nos documentos com pagamentos que, somados, alcançam R$ 2,1 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Otto mantém relação de amizade com o ministro do STF Kassio Nunes Marques, indicado à Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme manifestação do escritório, a contratação de Flávio Bolsonaro teve como finalidade a prestação de consultoria jurídica privada, seguindo critérios técnicos e profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro nome identificado é o advogado Daniel Bettamio Tesser, integrante da equipe de defesa de Jair Bolsonaro. Seu escritório realizou pagamentos que totalizam R$ 970 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os registros incluem ainda uma nota fiscal válida de R$ 500 mil destinada à Contábil Correa Contabilidade &amp; Auditoria. A empresa possui ligação com um diretor da Copenhagen Assessoria e Consultoria, que recebeu recursos do Banco Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além desses casos, foram identificados pagamentos feitos por empresários e outras sociedades de advocacia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte dos contratantes confirmou que os serviços jurídicos foram efetivamente realizados, mas não forneceu informações adicionais sobre os trabalhos, alegando a necessidade de preservar o sigilo profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Campanha de Flávio Bolsonaro não respondeu</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurada pelo UOL para comentar os valores identificados e as informações apresentadas no levantamento, a campanha de Flávio Bolsonaro não havia se manifestado até a publicação da reportagem original.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: UOL.</strong></p>
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		<title>Empresa ligada a Flávio Bolsonaro lançou três bets e optou por não divulgá-las</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/empresa-ligada-a-flavio-bolsonaro-lancou-tres-bets-e-optou-por-nao-divulga-las/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:39:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma empresa investigada pela Polícia Federal (PF) por sua relação com o senador Flávio Bolsonaro (PL) chegou a lançar três marcas de apostas on-line, mas manteve as operações sem campanhas de divulgação, segundo reportagem publicada pelo Metrópoles nesta terça-feira (20). A Rede Loto, controlada pela Cathedral Holdings, empresa registrada na Ilha da Madeira, em Portugal, pagou R$ 5 milhões para obter uma licença de operação concedida pela Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj), em 2023. Apesar do investimento, a empresa teve uma atuação comercial limitada e mudou as marcas utilizadas ao longo do período. De acordo com a apuração, a primeira plataforma foi a Loto Carioca, que começou a publicar conteúdo nas redes sociais em junho de 2023. Poucos meses depois, a operação passou a utilizar a marca BestBet, que manteve atividade nas redes sociais até o início de 2024. Em setembro daquele ano, a Rede Loto comunicou à Loterj a intenção de substituir a BestBet pela Loto Legal e incluir a Blend365 na licença. No entanto, a empresa desistiu da inclusão da Blend365 no dia seguinte. A Rede Loto afirma que a Loto Legal nunca chegou a ser lançada e que a negociação envolvendo a outra marca não foi concluída. Movimentação financeira foi limitada Documentos apresentados à Loterj indicam que a empresa informou não realizar campanhas publicitárias, anúncios pagos ou ações com afiliados para atrair apostadores. A companhia também declarou ter uma estrutura de funcionários insuficiente para manter as operações no nível desejado. Em nota enviada ao Metrópoles, a Rede Loto afirmou que os depósitos feitos por apostadores somaram R$ 732,5 mil em dois anos e meio, enquanto os saques chegaram a R$ 717,4 mil. Segundo a empresa, o resultado foi um prejuízo de R$ 10.381,74 após tarifas. A companhia sustenta que manteve apenas um site no ar, inicialmente chamado Loto Carioca e posteriormente BestBet, sem realizar lançamento comercial ou campanhas de divulgação. Também declarou que o site está paralisado em cumprimento à Medida Provisória nº 1.394/2026. Relação com Flávio Bolsonaro é investigada A Cathedral Holdings, controladora da Rede Loto, está no centro das apurações por ter custeado viagens de Flávio Bolsonaro e de familiares, conforme documentos mencionados nas reportagens sobre o caso. A PF investiga as relações financeiras entre o senador e o advogado Willer Tomaz, ligado à estrutura empresarial. Willer e seus familiares aparecem na composição societária da Cathedral. O advogado, por sua vez, nega irregularidades e afirma que as empresas e participações são lícitas e declaradas. Também sustenta que Flávio Bolsonaro nunca teve acesso ou poderes sobre contas de suas empresas. A assessoria do senador foi procurada pelo Metrópoles, mas não havia respondido até a publicação da reportagem. As informações fazem parte de uma investigação em andamento e não representam, por si só, comprovação de crime por parte dos envolvidos. Fonte: Metrópoles, reportagem de Demétrio Vecchioli, publicada em 20 de outubro de 2026.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma empresa investigada pela Polícia Federal (PF) por sua relação com o senador Flávio Bolsonaro (PL) chegou a lançar três marcas de apostas on-line, mas manteve as operações sem campanhas de divulgação, segundo reportagem publicada pelo Metrópoles nesta terça-feira (20).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Rede Loto, controlada pela Cathedral Holdings, empresa registrada na Ilha da Madeira, em Portugal, pagou R$ 5 milhões para obter uma licença de operação concedida pela Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj), em 2023. Apesar do investimento, a empresa teve uma atuação comercial limitada e mudou as marcas utilizadas ao longo do período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a apuração, a primeira plataforma foi a Loto Carioca, que começou a publicar conteúdo nas redes sociais em junho de 2023. Poucos meses depois, a operação passou a utilizar a marca BestBet, que manteve atividade nas redes sociais até o início de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro daquele ano, a Rede Loto comunicou à Loterj a intenção de substituir a BestBet pela Loto Legal e incluir a Blend365 na licença. No entanto, a empresa desistiu da inclusão da Blend365 no dia seguinte. A Rede Loto afirma que a Loto Legal nunca chegou a ser lançada e que a negociação envolvendo a outra marca não foi concluída.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Movimentação financeira foi limitada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentos apresentados à Loterj indicam que a empresa informou não realizar campanhas publicitárias, anúncios pagos ou ações com afiliados para atrair apostadores. A companhia também declarou ter uma estrutura de funcionários insuficiente para manter as operações no nível desejado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota enviada ao Metrópoles, a Rede Loto afirmou que os depósitos feitos por apostadores somaram R$ 732,5 mil em dois anos e meio, enquanto os saques chegaram a R$ 717,4 mil. Segundo a empresa, o resultado foi um prejuízo de R$ 10.381,74 após tarifas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A companhia sustenta que manteve apenas um site no ar, inicialmente chamado Loto Carioca e posteriormente BestBet, sem realizar lançamento comercial ou campanhas de divulgação. Também declarou que o site está paralisado em cumprimento à Medida Provisória nº 1.394/2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relação com Flávio Bolsonaro é investigada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Cathedral Holdings, controladora da Rede Loto, está no centro das apurações por ter custeado viagens de Flávio Bolsonaro e de familiares, conforme documentos mencionados nas reportagens sobre o caso. A PF investiga as relações financeiras entre o senador e o advogado Willer Tomaz, ligado à estrutura empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Willer e seus familiares aparecem na composição societária da Cathedral. O advogado, por sua vez, nega irregularidades e afirma que as empresas e participações são lícitas e declaradas. Também sustenta que Flávio Bolsonaro nunca teve acesso ou poderes sobre contas de suas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assessoria do senador foi procurada pelo Metrópoles, mas não havia respondido até a publicação da reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações fazem parte de uma investigação em andamento e não representam, por si só, comprovação de crime por parte dos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Metrópoles, reportagem de Demétrio Vecchioli, publicada em 20 de outubro de 2026.</p>
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		<title>Mulher é esfaqueada durante assalto após transferir R$ 1,5 mil para criminosos em São Gonçalo</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/mulher-e-esfaqueada-durante-assalto-apos-transferir-r-15-mil-para-criminosos-em-sao-goncalo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mulher de 38 anos foi esfaqueada durante um assalto na manhã desta segunda-feira (19), em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), no Colubandê. Segundo relatos de testemunhas, a mulher havia saído de casa para visitar um imóvel que pretendia alugar quando foi abordada por dois criminosos em uma motocicleta. Durante a ação, ela teria sido obrigada a transferir R$ 1.500 para os assaltantes. Mesmo após realizar a transferência, a vítima foi atingida por um golpe de faca na região do abdômen. Sua identidade não foi divulgada. De acordo com o Hospital Estadual Alberto Torres, a mulher deu entrada na emergência por volta das 11h e precisou ser encaminhada ao centro cirúrgico. A unidade informou que seu estado de saúde é estável. Questionada sobre o caso, a Polícia Militar informou que o 1º Batalhão não foi acionado para atender à ocorrência.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/mulher-e-esfaqueada-durante-assalto-apos-transferir-r-15-mil-para-criminosos-em-sao-goncalo/">Mulher é esfaqueada durante assalto após transferir R$ 1,5 mil para criminosos em São Gonçalo</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher de 38 anos foi esfaqueada durante um assalto na manhã desta segunda-feira (19), em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), no Colubandê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo relatos de testemunhas, a mulher havia saído de casa para visitar um imóvel que pretendia alugar quando foi abordada por dois criminosos em uma motocicleta. Durante a ação, ela teria sido obrigada a transferir R$ 1.500 para os assaltantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após realizar a transferência, a vítima foi atingida por um golpe de faca na região do abdômen. Sua identidade não foi divulgada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Hospital Estadual Alberto Torres, a mulher deu entrada na emergência por volta das 11h e precisou ser encaminhada ao centro cirúrgico. A unidade informou que seu estado de saúde é estável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada sobre o caso, a Polícia Militar informou que o 1º Batalhão não foi acionado para atender à ocorrência.</p>
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		<title>Nova Unidade de Saúde da Família de Ubatiba terá sete consultórios e mais de 700 m² em Maricá</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/nova-unidade-de-saude-da-familia-de-ubatiba-tera-sete-consultorios-e-mais-de-700-m%c2%b2-em-marica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 00:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://econoticiasrj.com.br/?p=10176</guid>

					<description><![CDATA[<p>As obras da nova Unidade de Saúde da Família (USF) de Ubatiba, em Maricá, seguem avançando. Localizada na Rua Nova Friburgo, a estrutura terá mais de 709 m² de área construída e contará com novos espaços destinados a ampliar os serviços de saúde oferecidos aos moradores da região. O projeto prevê sete consultórios, sendo três voltados ao atendimento odontológico, além de sala de vacinação, sala de curativos, farmácia e espaço reservado para amamentação. A unidade também terá ambientes específicos para acolhimento, aplicação de medicamentos, reidratação e coleta de exames. A nova estrutura foi planejada para oferecer melhores condições de atendimento aos pacientes e de trabalho aos profissionais, com espaços acessíveis e adequados às necessidades da Atenção Primária à Saúde. Segundo o secretário municipal de Saúde, Marcelo Velho, a construção permitirá ampliar o acesso da população aos serviços de saúde perto de casa. “Estamos construindo um espaço amplo, moderno e humanizado para viabilizar que os moradores tenham acesso a consultas, exames e tratamentos perto de casa, fortalecendo a rede de Atenção Primária”, destacou. Nova unidade terá jardim medicinal e espaço para práticas integrativas Entre os diferenciais da USF de Ubatiba está a implantação de um ambiente destinado às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs), voltado a terapias e cuidados preventivos. O projeto também inclui jardim medicinal, espaço lúdico para crianças, sanitários acessíveis, sala de equipes, setores administrativos e áreas de apoio. Na parte externa, a unidade contará com um espaço destinado à realização de atividades coletivas e ações de promoção da saúde, permitindo ampliar as iniciativas de prevenção e acompanhamento da população. A construção integra os investimentos municipais na ampliação da rede de Atenção Primária, responsável pelo acompanhamento contínuo dos moradores e pelo acesso inicial aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/nova-unidade-de-saude-da-familia-de-ubatiba-tera-sete-consultorios-e-mais-de-700-m%c2%b2-em-marica/">Nova Unidade de Saúde da Família de Ubatiba terá sete consultórios e mais de 700 m² em Maricá</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As obras da nova Unidade de Saúde da Família (USF) de Ubatiba, em Maricá, seguem avançando. Localizada na Rua Nova Friburgo, a estrutura terá mais de 709 m² de área construída e contará com novos espaços destinados a ampliar os serviços de saúde oferecidos aos moradores da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto prevê sete consultórios, sendo três voltados ao atendimento odontológico, além de sala de vacinação, sala de curativos, farmácia e espaço reservado para amamentação. A unidade também terá ambientes específicos para acolhimento, aplicação de medicamentos, reidratação e coleta de exames.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova estrutura foi planejada para oferecer melhores condições de atendimento aos pacientes e de trabalho aos profissionais, com espaços acessíveis e adequados às necessidades da Atenção Primária à Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o secretário municipal de Saúde, Marcelo Velho, a construção permitirá ampliar o acesso da população aos serviços de saúde perto de casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos construindo um espaço amplo, moderno e humanizado para viabilizar que os moradores tenham acesso a consultas, exames e tratamentos perto de casa, fortalecendo a rede de Atenção Primária”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova unidade terá jardim medicinal e espaço para práticas integrativas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os diferenciais da USF de Ubatiba está a implantação de um ambiente destinado às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs), voltado a terapias e cuidados preventivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto também inclui jardim medicinal, espaço lúdico para crianças, sanitários acessíveis, sala de equipes, setores administrativos e áreas de apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na parte externa, a unidade contará com um espaço destinado à realização de atividades coletivas e ações de promoção da saúde, permitindo ampliar as iniciativas de prevenção e acompanhamento da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção integra os investimentos municipais na ampliação da rede de Atenção Primária, responsável pelo acompanhamento contínuo dos moradores e pelo acesso inicial aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/nova-unidade-de-saude-da-familia-de-ubatiba-tera-sete-consultorios-e-mais-de-700-m%c2%b2-em-marica/">Nova Unidade de Saúde da Família de Ubatiba terá sete consultórios e mais de 700 m² em Maricá</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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		<title>Empresa ligada a supostas ‘laranjas’ de Canella pagou R$ 3,1 milhões por mansão de Marcus Amim, aponta PF</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/empresa-ligada-a-supostas-laranjas-de-canella-pagou-r-31-milhoes-por-mansao-de-marcus-amim-aponta-pf/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 19:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal identificou transferências de R$ 3,1 milhões realizadas por uma empresa ligada a duas mulheres investigadas por suposta atuação como laranjas do deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil). Os recursos foram usados no pagamento de parte da mansão do ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marcus Amim, comprada em dezembro de 2024 por R$ 3,2 milhões, segundo relatório da investigação. Os pagamentos foram divididos em três etapas. A primeira, no valor de R$ 160 mil em dinheiro vivo, foi realizada em 24 de dezembro de 2024. Os outros dois repasses, de R$ 1,6 milhão e R$ 1,5 milhão, ocorreram em abril e maio de 2025, respectivamente, por meio da conta do Posto Pendotiba. O estabelecimento pertence a Luana Oliveira e Luisi Correa Pinho, apontadas pela PF como supostas sócias de fachada em mais de 80 postos de combustíveis. No relatório, os investigadores destacaram que a pessoa jurídica utilizada nos pagamentos não tinha vínculo com Marcus Amim. Para a PF, a movimentação representa um indício de tentativa de ocultar a origem do dinheiro e a identidade do verdadeiro responsável pelos pagamentos. A investigação também identificou indícios de que o inspetor da Polícia Civil Pablo Jukiá, preso na oitava fase da Operação Unha e Carne, pagou serviços de obras realizados na mansão. Mensagens obtidas pelos investigadores mostram que Amim encaminhou ao inspetor documentos relacionados aos trabalhos executados no imóvel. Outro ponto identificado pela quebra de sigilo bancário de Amim foi o recebimento de transferências recorrentes de aproximadamente R$ 70 mil mensais entre abril de 2024 e maio de 2026. Ao longo do período, a Mamim Consultoria Ltda. recebeu R$ 1,8 milhão da Adm Oil Prestadora de Serviços para Postos de Gasolina. A Adm Oil está registrada em nome de Lesley Almeida de Carvalho, também apontado pela PF como suposto laranja de Canella. Segundo os investigadores, a empresa era a principal operadora do esquema de lavagem de dinheiro investigado. Com informações: Metrópeles</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/empresa-ligada-a-supostas-laranjas-de-canella-pagou-r-31-milhoes-por-mansao-de-marcus-amim-aponta-pf/">Empresa ligada a supostas ‘laranjas’ de Canella pagou R$ 3,1 milhões por mansão de Marcus Amim, aponta PF</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal identificou transferências de R$ 3,1 milhões realizadas por uma empresa ligada a duas mulheres investigadas por suposta atuação como laranjas do deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil). Os recursos foram usados no pagamento de parte da mansão do ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marcus Amim, comprada em dezembro de 2024 por R$ 3,2 milhões, segundo relatório da investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pagamentos foram divididos em três etapas. A primeira, no valor de R$ 160 mil em dinheiro vivo, foi realizada em 24 de dezembro de 2024. Os outros dois repasses, de R$ 1,6 milhão e R$ 1,5 milhão, ocorreram em abril e maio de 2025, respectivamente, por meio da conta do Posto Pendotiba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estabelecimento pertence a Luana Oliveira e Luisi Correa Pinho, apontadas pela PF como supostas sócias de fachada em mais de 80 postos de combustíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No relatório, os investigadores destacaram que a pessoa jurídica utilizada nos pagamentos não tinha vínculo com Marcus Amim. Para a PF, a movimentação representa um indício de tentativa de ocultar a origem do dinheiro e a identidade do verdadeiro responsável pelos pagamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação também identificou indícios de que o inspetor da Polícia Civil Pablo Jukiá, preso na oitava fase da Operação Unha e Carne, pagou serviços de obras realizados na mansão. Mensagens obtidas pelos investigadores mostram que Amim encaminhou ao inspetor documentos relacionados aos trabalhos executados no imóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto identificado pela quebra de sigilo bancário de Amim foi o recebimento de transferências recorrentes de aproximadamente R$ 70 mil mensais entre abril de 2024 e maio de 2026. Ao longo do período, a Mamim Consultoria Ltda. recebeu R$ 1,8 milhão da Adm Oil Prestadora de Serviços para Postos de Gasolina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Adm Oil está registrada em nome de Lesley Almeida de Carvalho, também apontado pela PF como suposto laranja de Canella. Segundo os investigadores, a empresa era a principal operadora do esquema de lavagem de dinheiro investigado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com informações: Metrópeles</strong></p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/empresa-ligada-a-supostas-laranjas-de-canella-pagou-r-31-milhoes-por-mansao-de-marcus-amim-aponta-pf/">Empresa ligada a supostas ‘laranjas’ de Canella pagou R$ 3,1 milhões por mansão de Marcus Amim, aponta PF</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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		<title>Prisão de Canella reacende rivalidade entre Poubel e João Pires, que trocam acusações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:56:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma antiga rivalidade política voltou a ganhar força no Rio de Janeiro após a prisão do deputado eleito Márcio Canella (União Brasil). Filippe Poubel (PL) e João Pires (PSD) aproveitaram o fim de semana para trocar acusações nas redes sociais, com questionamentos sobre uma investigação da Polícia Federal e denúncias envolvendo a chamada “máfia dos reboques”. Poubel cobrou explicações de Pires sobre possíveis vínculos com pessoas citadas em uma apuração que investiga o suposto vazamento de informações sigilosas sobre operações de fiscalização em postos de combustíveis. Em resposta, Pires retomou críticas ao combate às supostas irregularidades no sistema de reboques e levantou dúvidas sobre nomeações e contratos no Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro). O novo embate amplia uma disputa entre os dois políticos que já ultrapassou as declarações públicas e chegou à esfera judicial. As acusações apresentadas por ambos, porém, não constituem, por si só, prova de irregularidades por parte dos envolvidos. Poubel cobra explicações sobre investigação da Polícia Federal Em vídeo publicado nas redes sociais, Filippe Poubel abordou informações de uma investigação da Polícia Federal que apura suspeitas de vazamento antecipado de operações de fiscalização em postos de combustíveis. Segundo o deputado, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) descreve a atuação de um grupo que supostamente repassava informações sobre estabelecimentos que seriam fiscalizados, incluindo datas, horários e identificação das equipes responsáveis pelas ações. Poubel citou Edivaldo Ferreira Borges, conhecido como Biscoito, e Luiz Ricardo Esteva Lima, chamado de Tietcheko. De acordo com o parlamentar, os dois passaram pela Secretaria de Proteção e Defesa do Consumidor, que foi comandada por João Pires. O deputado também mencionou o advogado Diogo Apacheco e informações divulgadas pelo jornalista Cláudio Magnavita sobre a trajetória política de Biscoito, incluindo sua participação na campanha eleitoral de Pires e um posterior retorno à administração pública. Poubel afirmou ainda que Biscoito teria doado recursos à campanha de Pires e seria próximo do parlamentar. Com base nessas relações, cobrou esclarecimentos sobre eventuais vínculos e sobre o acesso a informações das operações de fiscalização. “Agora, João Pires, explique. Qual era a relação de confiança entre vocês? Quem tinha acesso aos cronogramas das operações? Você sabia desses vazamentos?”, questionou. O deputado do PL também afirmou que quem se apresenta como defensor do combate à corrupção precisa esclarecer possíveis irregularidades relacionadas à estrutura administrativa que comandou. João Pires retoma denúncias sobre a máfia dos reboques Em resposta, João Pires direcionou suas críticas à chamada “máfia dos reboques”, expressão utilizada em denúncias sobre supostas irregularidades na remoção e guarda de veículos no estado. Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado eleito questionou os resultados das mobilizações anteriores contra o esquema e afirmou que, apesar da redução das manifestações públicas sobre o tema, os problemas denunciados continuariam existindo. “Você lembra dos vídeos? Os deputados combatendo a máfia dos reboques? Os vídeos sumiram, os reboques, não”, declarou. Pires também levantou questionamentos sobre mudanças na direção do Detro e a nomeação de pessoas que, segundo ele, teriam ligações políticas com integrantes da administração estadual. Entre os casos citados está a nomeação de Mariana Mendes Nogueira para a vice-presidência do órgão. Pires mencionou um vínculo familiar dela com uma assessora de um parlamentar e questionou a composição da nova gestão. Pires questiona contratos de R$ 22 milhões e R$ 25 milhões Outro ponto abordado por João Pires foi um contrato de R$ 22 milhões para a locação de uma nova sede administrativa do Detro. Segundo ele, o departamento funcionava anteriormente em um imóvel da Secretaria de Transportes, sem custos de aluguel. O deputado também questionou um pagamento de R$ 25 milhões a uma empresa de reboques que, conforme sua declaração, teria assumido serviços antes executados por outra companhia. Pires afirmou que o pagamento teria ocorrido sem auditoria ou estudo técnico e envolveria recursos provenientes de saldos remanescentes de leilões de veículos. Esses valores podem estar relacionados a quantias que, em determinadas situações, precisam ser devolvidas aos antigos proprietários. “Entenderam como o jogo da política do Rio é pesado? Nem tudo que reluz é ouro. Pode ser inteligência artificial ou então a tradicional falcatrua”, declarou. Na sequência, voltou a ironizar o discurso de combate às irregularidades adotado por adversários políticos. “Daqui a pouco eles vão dizer que merecem seu voto porque combateram a máfia”, afirmou. As declarações de Pires foram feitas nas redes sociais. A existência de contratos ou pagamentos, por si só, não comprova irregularidades, e os questionamentos precisam ser avaliados à luz dos documentos e de eventuais apurações oficiais. O confronto entre Poubel e Pires ocorre em meio a investigações e disputas políticas no Rio de Janeiro. Os dois parlamentares recorreram a episódios envolvendo órgãos públicos e pessoas citadas em apurações para questionar a atuação um do outro, reacendendo uma rivalidade que também envolve disputas judiciais. Com informações: Agenda do Poder</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma antiga rivalidade política voltou a ganhar força no Rio de Janeiro após a prisão do deputado eleito Márcio Canella (União Brasil). Filippe Poubel (PL) e João Pires (PSD) aproveitaram o fim de semana para trocar acusações nas redes sociais, com questionamentos sobre uma investigação da Polícia Federal e denúncias envolvendo a chamada “máfia dos reboques”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poubel cobrou explicações de Pires sobre possíveis vínculos com pessoas citadas em uma apuração que investiga o suposto vazamento de informações sigilosas sobre operações de fiscalização em postos de combustíveis. Em resposta, Pires retomou críticas ao combate às supostas irregularidades no sistema de reboques e levantou dúvidas sobre nomeações e contratos no Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo embate amplia uma disputa entre os dois políticos que já ultrapassou as declarações públicas e chegou à esfera judicial. As acusações apresentadas por ambos, porém, não constituem, por si só, prova de irregularidades por parte dos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Poubel cobra explicações sobre investigação da Polícia Federal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vídeo publicado nas redes sociais, Filippe Poubel abordou informações de uma investigação da Polícia Federal que apura suspeitas de vazamento antecipado de operações de fiscalização em postos de combustíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o deputado, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) descreve a atuação de um grupo que supostamente repassava informações sobre estabelecimentos que seriam fiscalizados, incluindo datas, horários e identificação das equipes responsáveis pelas ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poubel citou Edivaldo Ferreira Borges, conhecido como Biscoito, e Luiz Ricardo Esteva Lima, chamado de Tietcheko. De acordo com o parlamentar, os dois passaram pela Secretaria de Proteção e Defesa do Consumidor, que foi comandada por João Pires.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado também mencionou o advogado Diogo Apacheco e informações divulgadas pelo jornalista Cláudio Magnavita sobre a trajetória política de Biscoito, incluindo sua participação na campanha eleitoral de Pires e um posterior retorno à administração pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poubel afirmou ainda que Biscoito teria doado recursos à campanha de Pires e seria próximo do parlamentar. Com base nessas relações, cobrou esclarecimentos sobre eventuais vínculos e sobre o acesso a informações das operações de fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Agora, João Pires, explique. Qual era a relação de confiança entre vocês? Quem tinha acesso aos cronogramas das operações? Você sabia desses vazamentos?”, questionou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado do PL também afirmou que quem se apresenta como defensor do combate à corrupção precisa esclarecer possíveis irregularidades relacionadas à estrutura administrativa que comandou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>João Pires retoma denúncias sobre a máfia dos reboques</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta, João Pires direcionou suas críticas à chamada “máfia dos reboques”, expressão utilizada em denúncias sobre supostas irregularidades na remoção e guarda de veículos no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado eleito questionou os resultados das mobilizações anteriores contra o esquema e afirmou que, apesar da redução das manifestações públicas sobre o tema, os problemas denunciados continuariam existindo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você lembra dos vídeos? Os deputados combatendo a máfia dos reboques? Os vídeos sumiram, os reboques, não”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pires também levantou questionamentos sobre mudanças na direção do Detro e a nomeação de pessoas que, segundo ele, teriam ligações políticas com integrantes da administração estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os casos citados está a nomeação de Mariana Mendes Nogueira para a vice-presidência do órgão. Pires mencionou um vínculo familiar dela com uma assessora de um parlamentar e questionou a composição da nova gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pires questiona contratos de R$ 22 milhões e R$ 25 milhões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto abordado por João Pires foi um contrato de R$ 22 milhões para a locação de uma nova sede administrativa do Detro. Segundo ele, o departamento funcionava anteriormente em um imóvel da Secretaria de Transportes, sem custos de aluguel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado também questionou um pagamento de R$ 25 milhões a uma empresa de reboques que, conforme sua declaração, teria assumido serviços antes executados por outra companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pires afirmou que o pagamento teria ocorrido sem auditoria ou estudo técnico e envolveria recursos provenientes de saldos remanescentes de leilões de veículos. Esses valores podem estar relacionados a quantias que, em determinadas situações, precisam ser devolvidas aos antigos proprietários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Entenderam como o jogo da política do Rio é pesado? Nem tudo que reluz é ouro. Pode ser inteligência artificial ou então a tradicional falcatrua”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, voltou a ironizar o discurso de combate às irregularidades adotado por adversários políticos. “Daqui a pouco eles vão dizer que merecem seu voto porque combateram a máfia”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As declarações de Pires foram feitas nas redes sociais. A existência de contratos ou pagamentos, por si só, não comprova irregularidades, e os questionamentos precisam ser avaliados à luz dos documentos e de eventuais apurações oficiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O confronto entre Poubel e Pires ocorre em meio a investigações e disputas políticas no Rio de Janeiro. Os dois parlamentares recorreram a episódios envolvendo órgãos públicos e pessoas citadas em apurações para questionar a atuação um do outro, reacendendo uma rivalidade que também envolve disputas judiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com informações: Agenda do Poder</strong></p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/prisao-de-canella-reacende-rivalidade-entre-poubel-e-joao-pires-que-trocam-acusacoes/">Prisão de Canella reacende rivalidade entre Poubel e João Pires, que trocam acusações</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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		<item>
		<title>André Janones é internado na UTI após passar mal depois do debate</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/andre-janones-e-internado-na-uti-apos-passar-mal-depois-do-debate/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 14:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (19), após passar mal depois do debate presidencial da Band. O parlamentar sofreu uma arritmia cardíaca.&#160; Janones permanece sob monitoramento médico. Segundo as informações divulgadas nesta manhã, seu estado de saúde é estável.&#160; Aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o deputado acompanhou o petista no confronto com o senador Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite de domingo (18), nos estúdios da emissora na capital paulista.&#160; O parlamentar tem atuado na mobilização digital pela reeleição de Lula. É responsável pelo canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que reuniu mais de quatro milhões de seguidores no segundo turno e se tornou alvo de uma disputa na Justiça Eleitoral entre as campanhas.&#160;</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/andre-janones-e-internado-na-uti-apos-passar-mal-depois-do-debate/">André Janones é internado na UTI após passar mal depois do debate</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (19), após passar mal depois do debate presidencial da Band. O parlamentar sofreu uma arritmia cardíaca.<a href="https://diario360.com.br/2026/10/19/andre-janones-passa-mal-apos-debate-presidencial-e-e-internado-em-hospital-de-sao-paulo-esta-na-uti/?utm_source=chatgpt.com">&nbsp;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Janones permanece sob monitoramento médico. Segundo as informações divulgadas nesta manhã, seu estado de saúde é estável.<a href="https://ndmais.com.br/politica/andre-janones-e-internado-na-uti-apos-sofrer-arritmia-cardiaca/?utm_source=chatgpt.com">&nbsp;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o deputado acompanhou o petista no confronto com o senador Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite de domingo (18), nos estúdios da emissora na capital paulista.<a href="https://www.metropoles.com/metropolestv/hoje?utm_source=chatgpt.com">&nbsp;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O parlamentar tem atuado na mobilização digital pela reeleição de Lula. É responsável pelo canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que reuniu mais de quatro milhões de seguidores no segundo turno e se tornou alvo de uma disputa na Justiça Eleitoral entre as campanhas.<a href="https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2026/10/14/por-que-janones-antes-ignorado-por-lula-virou-alvo-de-flavio-no-2-turno.ghtm?utm_source=chatgpt.com">&nbsp;</a></p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/andre-janones-e-internado-na-uti-apos-passar-mal-depois-do-debate/">André Janones é internado na UTI após passar mal depois do debate</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Mãe e irmão de Oruam são presos pela PF em operação contra esquema de internet do Comando Vermelho</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/mae-e-irmao-de-oruam-sao-presos-pela-pf-em-operacao-contra-esquema-de-internet-do-comando-vermelho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 13:36:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal prendeu, na manhã desta segunda-feira (19/10), Márcia Gama e Lucas Santos Nepomuceno, mãe e irmão do rapper Oruam, durante uma operação contra um esquema de exploração ilegal de serviços de internet em comunidades dominadas pelo Comando Vermelho (CV), no Rio de Janeiro. Batizada de Operação Backbone, a ação busca desarticular uma estrutura criminosa que, segundo as investigações, utilizava ameaças, violência e empresas provedoras para controlar o fornecimento de internet nos complexos do Alemão, da Penha e do Chapadão, na Zona Norte da capital fluminense. Márcia é esposa de Marcinho VP, apontado como uma das principais lideranças históricas do Comando Vermelho e atualmente preso no sistema penitenciário federal. O vereador carioca Fábio Silva (Podemos) também está entre os detidos. Até a última atualização divulgada pela imprensa, 19 pessoas haviam sido presas. Ao todo, a operação prevê o cumprimento de 23 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações acontecem no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Teresópolis, Maricá e Magé, além de unidades prisionais. De acordo com a Polícia Federal, integrantes da facção sabotavam a infraestrutura de operadoras regulares, cortando cabos, incendiando caixas de distribuição e impedindo reparos técnicos. O objetivo seria eliminar a concorrência e obrigar moradores e comerciantes a contratar serviços de provedores autorizados pelo grupo criminoso. Essas empresas, por sua vez, precisavam pagar uma tarifa mensal à organização para continuar operando nas áreas controladas. Registros contábeis obtidos pela PF indicam que, em determinado mês, a exploração do serviço de internet representou mais de 40% de toda a arrecadação da facção no Complexo da Penha. Além das prisões, a Justiça autorizou o bloqueio de até R$ 558 milhões em bens e valores, atingindo 40 pessoas físicas e 42 empresas investigadas. Entre os empreendimentos identificados estão provedores de internet, produtoras de eventos, empresas de publicidade, contabilidade e companhias suspeitas de funcionar como fachada para movimentações financeiras ilícitas. Segundo a PF, parte dos recursos obtidos com a exploração do serviço chegava à família de Marcinho VP por meio de operadores financeiros e empresas intermediárias. O dinheiro seria posteriormente movimentado por diferentes negócios, aquisição de imóveis de alto padrão e criptoativos, com o objetivo de ocultar sua origem. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também será comunicada para avaliar a cassação das autorizações e a interrupção das atividades das empresas investigadas. Os envolvidos poderão responder por crimes como extorsão majorada, lavagem de dinheiro, interrupção de serviços de telecomunicações, atentado contra a segurança de serviços de utilidade pública e domínio social estruturado. As investigações continuam para identificar outros participantes e aprofundar o rastreamento dos recursos movimentados pelo grupo.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/mae-e-irmao-de-oruam-sao-presos-pela-pf-em-operacao-contra-esquema-de-internet-do-comando-vermelho/">Mãe e irmão de Oruam são presos pela PF em operação contra esquema de internet do Comando Vermelho</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal prendeu, na manhã desta segunda-feira (19/10), Márcia Gama e Lucas Santos Nepomuceno, mãe e irmão do rapper Oruam, durante uma operação contra um esquema de exploração ilegal de serviços de internet em comunidades dominadas pelo Comando Vermelho (CV), no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Batizada de Operação Backbone, a ação busca desarticular uma estrutura criminosa que, segundo as investigações, utilizava ameaças, violência e empresas provedoras para controlar o fornecimento de internet nos complexos do Alemão, da Penha e do Chapadão, na Zona Norte da capital fluminense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Márcia é esposa de Marcinho VP, apontado como uma das principais lideranças históricas do Comando Vermelho e atualmente preso no sistema penitenciário federal. O vereador carioca Fábio Silva (Podemos) também está entre os detidos. Até a última atualização divulgada pela imprensa, 19 pessoas haviam sido presas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, a operação prevê o cumprimento de 23 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações acontecem no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Teresópolis, Maricá e Magé, além de unidades prisionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Polícia Federal, integrantes da facção sabotavam a infraestrutura de operadoras regulares, cortando cabos, incendiando caixas de distribuição e impedindo reparos técnicos. O objetivo seria eliminar a concorrência e obrigar moradores e comerciantes a contratar serviços de provedores autorizados pelo grupo criminoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas empresas, por sua vez, precisavam pagar uma tarifa mensal à organização para continuar operando nas áreas controladas. Registros contábeis obtidos pela PF indicam que, em determinado mês, a exploração do serviço de internet representou mais de 40% de toda a arrecadação da facção no Complexo da Penha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das prisões, a Justiça autorizou o bloqueio de até R$ 558 milhões em bens e valores, atingindo 40 pessoas físicas e 42 empresas investigadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os empreendimentos identificados estão provedores de internet, produtoras de eventos, empresas de publicidade, contabilidade e companhias suspeitas de funcionar como fachada para movimentações financeiras ilícitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a PF, parte dos recursos obtidos com a exploração do serviço chegava à família de Marcinho VP por meio de operadores financeiros e empresas intermediárias. O dinheiro seria posteriormente movimentado por diferentes negócios, aquisição de imóveis de alto padrão e criptoativos, com o objetivo de ocultar sua origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também será comunicada para avaliar a cassação das autorizações e a interrupção das atividades das empresas investigadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os envolvidos poderão responder por crimes como extorsão majorada, lavagem de dinheiro, interrupção de serviços de telecomunicações, atentado contra a segurança de serviços de utilidade pública e domínio social estruturado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações continuam para identificar outros participantes e aprofundar o rastreamento dos recursos movimentados pelo grupo.</p>



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		<title>Após acolhimento em Maricá, homem reencontra filhos e volta a morar com a família em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 23:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após passar mais de dois meses acolhido na Casa Abrigo de Itaipuaçu, em Maricá, Ederson Beltrão, de 39 anos, conseguiu reencontrar os filhos e retomar a convivência familiar. Na última quinta-feira (15/10), ele retornou para Guarulhos, em São Paulo, onde passou a morar novamente com os familiares. Ederson chegou a Maricá após enfrentar conflitos familiares e foi acolhido na unidade no dia 5 de agosto. Desde então, recebeu acompanhamento da equipe da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, tendo como um de seus principais objetivos restabelecer o contato com os filhos. Durante o período de acolhimento, os profissionais da Casa Abrigo conseguiram localizar os familiares e deram início ao processo de reaproximação, considerando a história, os desejos e as condições de Ederson. A enfermeira da unidade, Claudia Caroline Ribeiro, destacou a importância do reencontro após o período em que pai e filhos ficaram sem notícias uns dos outros. “Esse reencontro representa um momento muito importante para Ederson e seus filhos, que passaram muito tempo sem notícias uns dos outros. Fico feliz em acompanhar esse retorno e ver a possibilidade de reconstruírem os laços familiares e retomarem a convivência”, afirmou. O caso destaca a importância do trabalho de acolhimento e acompanhamento social realizado em Maricá, que, além de oferecer assistência a pessoas em situação de vulnerabilidade, também busca contribuir para a reconstrução de vínculos familiares.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/apos-acolhimento-em-marica-homem-reencontra-filhos-e-volta-a-morar-com-a-familia-em-sao-paulo/">Após acolhimento em Maricá, homem reencontra filhos e volta a morar com a família em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Após passar mais de dois meses acolhido na Casa Abrigo de Itaipuaçu, em Maricá, Ederson Beltrão, de 39 anos, conseguiu reencontrar os filhos e retomar a convivência familiar. Na última quinta-feira (15/10), ele retornou para Guarulhos, em São Paulo, onde passou a morar novamente com os familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ederson chegou a Maricá após enfrentar conflitos familiares e foi acolhido na unidade no dia 5 de agosto. Desde então, recebeu acompanhamento da equipe da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, tendo como um de seus principais objetivos restabelecer o contato com os filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período de acolhimento, os profissionais da Casa Abrigo conseguiram localizar os familiares e deram início ao processo de reaproximação, considerando a história, os desejos e as condições de Ederson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira da unidade, Claudia Caroline Ribeiro, destacou a importância do reencontro após o período em que pai e filhos ficaram sem notícias uns dos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse reencontro representa um momento muito importante para Ederson e seus filhos, que passaram muito tempo sem notícias uns dos outros. Fico feliz em acompanhar esse retorno e ver a possibilidade de reconstruírem os laços familiares e retomarem a convivência”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso destaca a importância do trabalho de acolhimento e acompanhamento social realizado em Maricá, que, além de oferecer assistência a pessoas em situação de vulnerabilidade, também busca contribuir para a reconstrução de vínculos familiares.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/apos-acolhimento-em-marica-homem-reencontra-filhos-e-volta-a-morar-com-a-familia-em-sao-paulo/">Após acolhimento em Maricá, homem reencontra filhos e volta a morar com a família em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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		<title>Justiça mantém prisão de Márcio Canella por suspeita de lavagem de dinheiro</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/justica-mantem-prisao-de-marcio-canella-por-suspeita-de-lavagem-de-dinheiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 20:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal manteve, nesta sexta-feira (16), as prisões preventivas do deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil), ex-prefeito de Belford Roxo, e do delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil. Os dois são investigados por suspeita de envolvimento em uma organização criminosa que teria utilizado uma rede de postos de combustíveis para lavar dinheiro. Eles foram presos na quinta-feira (15), durante a oitava fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF). As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo as investigações, o grupo suspeito teria utilizado uma rede de 96 postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro para movimentar recursos de origem ilícita, com possível participação de agentes públicos e articulação político-institucional. De acordo com um relatório de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o grupo investigado movimentou R$ 7,6 bilhões ao longo de seis anos. Além de Canella e Amim, foram presos os inspetores da Polícia Civil Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, José Carlos Alves de Souza Júnior e Pablo Jukiá Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo. As prisões dos seis investigados foram mantidas após as audiências de custódia. Bloqueio de bens e suspensão de empresas A decisão de Alexandre de Moraes também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão das atividades econômicas de 112 empresas investigadas, a maioria ligada ao setor de combustíveis. Conforme a Polícia Federal, os investigados poderão responder, de acordo com a participação atribuída a cada um, por crimes como organização criminosa armada, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel. A oitava fase da operação é um desdobramento da sexta etapa, realizada em julho, quando Márcio Canella e Marcus Amim já haviam sido alvos de buscas. Na ocasião, Canella foi preso em flagrante após um fuzil ser encontrado em seu carro. Ele negou ser o proprietário da arma, posteriormente atribuída ao vereador Jorge Canella, aliado político do deputado, mas sem parentesco com ele. As investigações continuam para apurar a participação dos suspeitos e a extensão das atividades atribuídas à organização criminosa. As suspeitas investigadas não representam, por si só, uma condenação dos envolvidos.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/justica-mantem-prisao-de-marcio-canella-por-suspeita-de-lavagem-de-dinheiro/">Justiça mantém prisão de Márcio Canella por suspeita de lavagem de dinheiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal manteve, nesta sexta-feira (16), as prisões preventivas do deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil), ex-prefeito de Belford Roxo, e do delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil. Os dois são investigados por suspeita de envolvimento em uma organização criminosa que teria utilizado uma rede de postos de combustíveis para lavar dinheiro. Eles foram presos na quinta-feira (15), durante a oitava fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo as investigações, o grupo suspeito teria utilizado uma rede de 96 postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro para movimentar recursos de origem ilícita, com possível participação de agentes públicos e articulação político-institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com um relatório de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o grupo investigado movimentou R$ 7,6 bilhões ao longo de seis anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Canella e Amim, foram presos os inspetores da Polícia Civil Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, José Carlos Alves de Souza Júnior e Pablo Jukiá Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo. As prisões dos seis investigados foram mantidas após as audiências de custódia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bloqueio de bens e suspensão de empresas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de Alexandre de Moraes também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão das atividades econômicas de 112 empresas investigadas, a maioria ligada ao setor de combustíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a Polícia Federal, os investigados poderão responder, de acordo com a participação atribuída a cada um, por crimes como organização criminosa armada, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oitava fase da operação é um desdobramento da sexta etapa, realizada em julho, quando Márcio Canella e Marcus Amim já haviam sido alvos de buscas. Na ocasião, Canella foi preso em flagrante após um fuzil ser encontrado em seu carro. Ele negou ser o proprietário da arma, posteriormente atribuída ao vereador Jorge Canella, aliado político do deputado, mas sem parentesco com ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações continuam para apurar a participação dos suspeitos e a extensão das atividades atribuídas à organização criminosa. As suspeitas investigadas não representam, por si só, uma condenação dos envolvidos.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/justica-mantem-prisao-de-marcio-canella-por-suspeita-de-lavagem-de-dinheiro/">Justiça mantém prisão de Márcio Canella por suspeita de lavagem de dinheiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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