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	<title>Arquivo de Política - Eco Notícias RJ</title>
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	<description>Seu portal de notícias reais da Região Metropolitana do RJ</description>
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	<title>Arquivo de Política - Eco Notícias RJ</title>
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	<item>
		<title>PF aponta que Cláudio Castro teria recebido caviar, aluguel e uso de mansão como vantagens ligadas à Refit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal aponta que o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro teria recebido vantagens indevidas em troca de favorecimentos à Refit, antiga Refinaria de Manguinhos. Entre os benefícios citados pela investigação estão R$ 10,5 mil em caviar, o pagamento do aluguel de um imóvel na Barra da Tijuca e o uso de uma mansão em Petrópolis, onde teria sido construída uma adega avaliada em R$ 245 mil. As informações constam em um relatório da segunda fase da Operação Sem Refino, cujo sigilo foi retirado na quinta-feira (3) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O documento serviu de base para a autorização de 16 mandados de busca e apreensão. Segundo a PF, a operação investiga suspeitas de fraude na concessão de licenças ambientais para a refinaria. De acordo com a corporação, as licenças teriam sido concedidas “à revelia das diretrizes dos órgãos técnicos competentes”, além de haver suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao esquema investigado. As investigações buscam esclarecer a atuação de grupos criminosos organizados e suas possíveis conexões com agentes públicos. Vantagens citadas pela Polícia Federal De acordo com o relatório, Cláudio Castro teria sido beneficiado por um esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. O ex-governador teria favorecido interesses do empresário Ricardo Magro, apontado pela PF como líder da organização criminosa investigada. A Polícia Federal também afirma que mensagens encontradas em celulares apreendidos indicariam contato direto de Castro com responsáveis pela concessão de licenças ambientais. Defesa nega acusações Em nota, a defesa de Cláudio Castro negou qualquer participação em esquema de lavagem de dinheiro, recebimento de vantagem indevida ou favorecimento a terceiros. Sobre os imóveis citados na investigação, os advogados afirmaram que o imóvel onde Castro reside possui contrato regular de locação e pagamentos comprováveis. Segundo a defesa, a mansão utilizada em Petrópolis também era alugada e o contrato já foi encerrado. Em relação ao caviar, a defesa informou que o episódio teria ocorrido mais de 30 dias após Castro deixar o Governo do Estado. Segundo os advogados, a encomenda havia sido feita por um amigo, e Castro apenas retirou os produtos em São Paulo para entregá-los, tendo consumido um deles com autorização do comprador. A defesa também afirmou que os contatos entre Cláudio Castro e a Refit foram institucionais e que o ex-governador não praticou qualquer ato ilícito. Com informações: Agência Brasil</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/pf-aponta-que-claudio-castro-teria-recebido-caviar-aluguel-e-uso-de-mansao-como-vantagens-ligadas-a-refit/">PF aponta que Cláudio Castro teria recebido caviar, aluguel e uso de mansão como vantagens ligadas à Refit</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal aponta que o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro teria recebido vantagens indevidas em troca de favorecimentos à Refit, antiga Refinaria de Manguinhos. Entre os benefícios citados pela investigação estão R$ 10,5 mil em caviar, o pagamento do aluguel de um imóvel na Barra da Tijuca e o uso de uma mansão em Petrópolis, onde teria sido construída uma adega avaliada em R$ 245 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações constam em um relatório da segunda fase da Operação Sem Refino, cujo sigilo foi retirado na quinta-feira (3) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O documento serviu de base para a autorização de 16 mandados de busca e apreensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a PF, a operação investiga suspeitas de fraude na concessão de licenças ambientais para a refinaria. De acordo com a corporação, as licenças teriam sido concedidas “à revelia das diretrizes dos órgãos técnicos competentes”, além de haver suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao esquema investigado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações buscam esclarecer a atuação de grupos criminosos organizados e suas possíveis conexões com agentes públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vantagens citadas pela Polícia Federal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório, Cláudio Castro teria sido beneficiado por um esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. O ex-governador teria favorecido interesses do empresário Ricardo Magro, apontado pela PF como líder da organização criminosa investigada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal também afirma que mensagens encontradas em celulares apreendidos indicariam contato direto de Castro com responsáveis pela concessão de licenças ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Defesa nega acusações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a defesa de Cláudio Castro negou qualquer participação em esquema de lavagem de dinheiro, recebimento de vantagem indevida ou favorecimento a terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre os imóveis citados na investigação, os advogados afirmaram que o imóvel onde Castro reside possui contrato regular de locação e pagamentos comprováveis. Segundo a defesa, a mansão utilizada em Petrópolis também era alugada e o contrato já foi encerrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao caviar, a defesa informou que o episódio teria ocorrido mais de 30 dias após Castro deixar o Governo do Estado. Segundo os advogados, a encomenda havia sido feita por um amigo, e Castro apenas retirou os produtos em São Paulo para entregá-los, tendo consumido um deles com autorização do comprador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa também afirmou que os contatos entre Cláudio Castro e a Refit foram institucionais e que o ex-governador não praticou qualquer ato ilícito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com informações: Agência Brasil </strong></p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/pf-aponta-que-claudio-castro-teria-recebido-caviar-aluguel-e-uso-de-mansao-como-vantagens-ligadas-a-refit/">PF aponta que Cláudio Castro teria recebido caviar, aluguel e uso de mansão como vantagens ligadas à Refit</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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		<title>Irmãos Poubel brigam no Alcântara e Glauber dispara: &#8220;Vocês são bandidos, vocês são do Bacellar&#8221;</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/irmaos-poubel-brigam-no-alcantara-e-glauber-dispara-voces-sao-bandidos-voces-sao-do-bacellar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 19:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A disputa eleitoral entre os irmãos Glauber Poubel e Filippe Poubel ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (28), em Alcântara, São Gonçalo. Integrantes das campanhas dos dois candidatos a deputado federal se envolveram em uma discussão que foi registrada em vídeos compartilhados nas redes sociais. Glauber Poubel, que atualmente é vereador de São Gonçalo e candidato a deputado federal, aparece nas imagens discutindo com integrantes da campanha do irmão. Em um dos vídeos, um integrante não identificado da campanha de Filippe questiona Glauber: “Eu sou bandido? Eu sou bandido, Glauber?”, pergunta. Em outra gravação, que registra o mesmo episódio, Glauber é ouvido utilizando a expressão “rachadinha” ao responder ao homem. “Vem aqui, rachadinha, vem aqui!”, diz o vereador. Outro vídeo mostra Glauber discutindo de forma exaltada com mulheres que participavam da campanha de Filippe. Campanhas apresentam versões diferentes Segundo integrantes da campanha de Filippe Poubel, ele não estava no local no início da confusão. Uma pessoa ligada à equipe, que conversou com o TEMPO REAL RJ sob condição de anonimato, afirmou que apoiadores de Glauber teriam utilizado material semelhante ao da campanha de Filippe e colocado adesivos em veículos que estavam sendo abordados pela equipe adversária. De acordo com esse relato, integrantes das duas campanhas estavam realizando panfletagem e adesivagem em uma área próxima aos comitês. A situação teria começado após um integrante da equipe de Filippe questionar a presença de apoiadores de Glauber no mesmo espaço. Ainda segundo a fonte, Glauber teria se aproximado posteriormente e iniciado uma discussão com integrantes da outra campanha. “A campanha do Glauber fez um material plagiando o nosso, e estavam colando os adesivos dele por cima do que a gente distribuía”, afirmou a pessoa, que também acusou integrantes da campanha adversária de abordarem veículos que estavam sendo trabalhados pela equipe de Filippe. Equipe de Glauber apresenta outra versão Uma pessoa ligada à campanha de Glauber Poubel apresentou uma versão diferente sobre o início do episódio. Segundo esse relato, integrantes da campanha estavam adesivando veículos quando um motorista, apontado como apoiador de Glauber, teria parado e informado que havia colocado anteriormente um adesivo da campanha de Filippe por engano. O proprietário do veículo teria então autorizado a troca pelo adesivo de Glauber. Ainda conforme essa versão, integrantes da campanha de Filippe teriam questionado a colocação do novo adesivo. A discussão teria aumentado e envolvido pessoas das duas equipes. A fonte afirma ainda que Filippe Poubel teria participado do episódio e discutido com mulheres que trabalhavam na campanha de Glauber. O vereador teria chegado posteriormente ao local e chamado integrantes da campanha adversária de “rachadinha”. Disputa entre os irmãos Glauber e Filippe Poubel são irmãos e disputam uma vaga de deputado federal nas eleições deste ano. O episódio em Alcântara ocorre em meio à disputa eleitoral entre os dois, que já protagonizaram outros momentos de divergência pública. Até o momento, as assessorias dos dois candidatos não haviam se manifestado oficialmente sobre a discussão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A disputa eleitoral entre os irmãos <strong>Glauber Poubel e Filippe Poubel</strong> ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (28), em Alcântara, São Gonçalo. Integrantes das campanhas dos dois candidatos a deputado federal se envolveram em uma discussão que foi registrada em vídeos compartilhados nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Glauber Poubel, que atualmente é vereador de São Gonçalo e candidato a deputado federal, aparece nas imagens discutindo com integrantes da campanha do irmão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um dos vídeos, um integrante não identificado da campanha de Filippe questiona Glauber:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu sou bandido? Eu sou bandido, Glauber?”, pergunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outra gravação, que registra o mesmo episódio, Glauber é ouvido utilizando a expressão “rachadinha” ao responder ao homem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vem aqui, rachadinha, vem aqui!”, diz o vereador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro vídeo mostra Glauber discutindo de forma exaltada com mulheres que participavam da campanha de Filippe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Campanhas apresentam versões diferentes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo integrantes da campanha de <strong>Filippe Poubel</strong>, ele não estava no local no início da confusão. Uma pessoa ligada à equipe, que conversou com o TEMPO REAL RJ sob condição de anonimato, afirmou que apoiadores de Glauber teriam utilizado material semelhante ao da campanha de Filippe e colocado adesivos em veículos que estavam sendo abordados pela equipe adversária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com esse relato, integrantes das duas campanhas estavam realizando panfletagem e adesivagem em uma área próxima aos comitês. A situação teria começado após um integrante da equipe de Filippe questionar a presença de apoiadores de Glauber no mesmo espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo a fonte, Glauber teria se aproximado posteriormente e iniciado uma discussão com integrantes da outra campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A campanha do Glauber fez um material plagiando o nosso, e estavam colando os adesivos dele por cima do que a gente distribuía”, afirmou a pessoa, que também acusou integrantes da campanha adversária de abordarem veículos que estavam sendo trabalhados pela equipe de Filippe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equipe de Glauber apresenta outra versão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pessoa ligada à campanha de <strong>Glauber Poubel</strong> apresentou uma versão diferente sobre o início do episódio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo esse relato, integrantes da campanha estavam adesivando veículos quando um motorista, apontado como apoiador de Glauber, teria parado e informado que havia colocado anteriormente um adesivo da campanha de Filippe por engano. O proprietário do veículo teria então autorizado a troca pelo adesivo de Glauber.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme essa versão, integrantes da campanha de Filippe teriam questionado a colocação do novo adesivo. A discussão teria aumentado e envolvido pessoas das duas equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fonte afirma ainda que Filippe Poubel teria participado do episódio e discutido com mulheres que trabalhavam na campanha de Glauber. O vereador teria chegado posteriormente ao local e chamado integrantes da campanha adversária de “rachadinha”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Disputa entre os irmãos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Glauber e Filippe Poubel são irmãos e disputam uma vaga de deputado federal nas eleições deste ano. O episódio em Alcântara ocorre em meio à disputa eleitoral entre os dois, que já protagonizaram outros momentos de divergência pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, <strong>as assessorias dos dois candidatos não haviam se manifestado oficialmente</strong> sobre a discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Paes afirma que maioria da Alerj é mafiosa e aponta Ruas como aliado de Castro e Bacellar</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/paes-afirma-que-maioria-da-alerj-e-mafiosa-e-aponta-ruas-como-aliado-de-castro-e-bacellar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 02:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O candidato do PSD ao governo do Rio, Eduardo Paes, fez duras críticas à composição da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e ao adversário Douglas Ruas (PL) durante sabatina da VEJA+ TV nesta quinta-feira (27). Paes afirmou que a maioria dos 70 deputados estaduais integra, na avaliação dele, uma “maioria mafiosa”. Ao abordar a disputa pelo Palácio Guanabara, o candidato também procurou vincular Ruas ao governador Cláudio Castro (PL) e ao ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar. Paes classificou o adversário como “o candidato do Cláudio Castro, da continuidade do que está aí”. Ruas aparece em segundo lugar nas pesquisas eleitorais feitas até agora, atrás de Paes, que está com ampla vantagem.&#160; Ataques à composição da Alerj A crítica à Assembleia ocorreu quando Paes tratou do cenário político estadual. Apesar da declaração contra a maioria dos parlamentares, o candidato fez uma ressalva e afirmou que sua avaliação não se estende a todos os integrantes da Casa. “Boa parte, não dá para generalizar e dizer que todos os deputados são delinquentes, existem ótimos deputados, mas a maioria é uma maioria mafiosa”, declarou. A afirmação atinge diretamente a atual composição da Alerj, formada por 70 deputados de diferentes partidos e grupos políticos. Na declaração fornecida, Paes não citou nominalmente quais parlamentares considera integrantes dessa “maioria mafiosa”. Ruas, Castro e Bacellar Paes também procurou apresentar a eleição como uma disputa entre continuidade e mudança. Nesse contexto, associou Douglas Ruas à gestão anterior e a Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, que está preso. “Nós temos uma disputa no estado bem clara. Você tem, de um lado, um projeto de continuidade do governo Cláudio Castro, cujo candidato era o Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa, que acabou preso por ligações com Comando Vermelho e crime organizado e que era candidato do Flávio Bolsonaro e do Cláudio Castro e que, agora, Ruas é o representante deste grupo”, afirmou Paes. Discurso de mudança “Sou a mudança de tudo isso que está aí. Sou a mudança com previsibilidade”, afirmou o candidato, ao citar sua experiência na vida pública. Prefeito do Rio por quatro mandatos, Paes usou a própria trajetória administrativa para sustentar que representa uma alternativa ao atual cenário político estadual.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/paes-afirma-que-maioria-da-alerj-e-mafiosa-e-aponta-ruas-como-aliado-de-castro-e-bacellar/">Paes afirma que maioria da Alerj é mafiosa e aponta Ruas como aliado de Castro e Bacellar</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O candidato do PSD ao governo do Rio, Eduardo Paes, fez duras críticas à composição da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e ao adversário Douglas Ruas (PL) durante sabatina da VEJA+ TV nesta quinta-feira (27). Paes afirmou que a maioria dos 70 deputados estaduais integra, na avaliação dele, uma “maioria mafiosa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao abordar a disputa pelo Palácio Guanabara, o candidato também procurou vincular Ruas ao governador Cláudio Castro (PL) e ao ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar. Paes classificou o adversário como “o candidato do Cláudio Castro, da continuidade do que está aí”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ruas aparece em segundo lugar nas pesquisas eleitorais feitas até agora, atrás de Paes, que está com ampla vantagem.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ataques à composição da Alerj</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica à Assembleia ocorreu quando Paes tratou do cenário político estadual. Apesar da declaração contra a maioria dos parlamentares, o candidato fez uma ressalva e afirmou que sua avaliação não se estende a todos os integrantes da Casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Boa parte, não dá para generalizar e dizer que todos os deputados são delinquentes, existem ótimos deputados, mas a maioria é uma maioria mafiosa”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A afirmação atinge diretamente a atual composição da Alerj, formada por 70 deputados de diferentes partidos e grupos políticos. Na declaração fornecida, Paes não citou nominalmente quais parlamentares considera integrantes dessa “maioria mafiosa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ruas, Castro e Bacellar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paes também procurou apresentar a eleição como uma disputa entre continuidade e mudança. Nesse contexto, associou Douglas Ruas à gestão anterior e a Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, que está preso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós temos uma disputa no estado bem clara. Você tem, de um lado, um projeto de continuidade do governo Cláudio Castro, cujo candidato era o Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa, que acabou preso por ligações com Comando Vermelho e crime organizado e que era candidato do Flávio Bolsonaro e do Cláudio Castro e que, agora, Ruas é o representante deste grupo”, afirmou Paes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Discurso de mudança</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sou a mudança de tudo isso que está aí. Sou a mudança com previsibilidade”, afirmou o candidato, ao citar sua experiência na vida pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prefeito do Rio por quatro mandatos, Paes usou a própria trajetória administrativa para sustentar que representa uma alternativa ao atual cenário político estadual.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/paes-afirma-que-maioria-da-alerj-e-mafiosa-e-aponta-ruas-como-aliado-de-castro-e-bacellar/">Paes afirma que maioria da Alerj é mafiosa e aponta Ruas como aliado de Castro e Bacellar</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Salário mínimo pode subir para R$ 1.741 em 2027, prevê governo Lula</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/salario-minimo-pode-subir-para-r-1-741-em-2027-preve-governo-lula/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 02:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal fechou a proposta do&#160;Orçamento de 2027&#160;com previsão de reajuste do salário mínimo para&#160;R$ 1.741, segundo anúncio do ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta segunda-feira (24/8). O valor representa um aumento de&#160;R$ 120&#160;em relação ao salário mínimo atual, de R$ 1.621, o equivalente a uma alta de aproximadamente&#160;7,4%. A previsão também é superior à estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), enviado ao Congresso em abril. Valor ainda pode mudar Apesar da previsão de R$ 1.741, o valor definitivo do salário mínimo de 2027 ainda não está definido. O número será calculado com base na inflação medida pelo&#160;Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)&#160;e só deverá ser conhecido no fim do ano. O INPC considera a variação de preços para famílias com renda de um a cinco salários mínimos e é um dos indicadores utilizados na definição do reajuste. O aumento previsto segue a política de valorização do salário mínimo, que busca garantir ganho real aos trabalhadores. Como diversos benefícios sociais e previdenciários têm o piso nacional como referência, o reajuste também poderá elevar esses pagamentos. Orçamento será enviado ao Congresso O&#160;Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027&#160;deverá ser encaminhado ao Congresso Nacional até&#160;31 de agosto. A proposta passará pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) antes de seguir para votação e, posteriormente, sanção presidencial. Segundo Dario Durigan, o projeto também já deverá considerar a previsão de arrecadação da&#160;Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)&#160;e do&#160;Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributos criados pela reforma tributária. O ministro afirmou ainda que a proposta prevê&#160;superávit nas contas públicas, situação em que as receitas superam as despesas, conforme a meta fiscal estabelecida. “Todas as definições foram tomadas, e tenho muito orgulho de poder apresentar um orçamento no Congresso com o presidente Lula. É um orçamento muito diferente do que a gente recebeu, um orçamento de último ano da gestão, que é muito robusto”, declarou Durigan após reunião da Junta de Execução Orçamentária (JEO) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/salario-minimo-pode-subir-para-r-1-741-em-2027-preve-governo-lula/">Salário mínimo pode subir para R$ 1.741 em 2027, prevê governo Lula</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo federal fechou a proposta do&nbsp;<strong>Orçamento de 2027</strong>&nbsp;com previsão de reajuste do salário mínimo para&nbsp;<strong>R$ 1.741</strong>, segundo anúncio do ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta segunda-feira (24/8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor representa um aumento de&nbsp;<strong>R$ 120</strong>&nbsp;em relação ao salário mínimo atual, de R$ 1.621, o equivalente a uma alta de aproximadamente&nbsp;<strong>7,4%</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão também é superior à estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), enviado ao Congresso em abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Valor ainda pode mudar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da previsão de R$ 1.741, o valor definitivo do salário mínimo de 2027 ainda não está definido. O número será calculado com base na inflação medida pelo&nbsp;<strong>Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)</strong>&nbsp;e só deverá ser conhecido no fim do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INPC considera a variação de preços para famílias com renda de um a cinco salários mínimos e é um dos indicadores utilizados na definição do reajuste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento previsto segue a política de valorização do salário mínimo, que busca garantir ganho real aos trabalhadores. Como diversos benefícios sociais e previdenciários têm o piso nacional como referência, o reajuste também poderá elevar esses pagamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Orçamento será enviado ao Congresso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027</strong>&nbsp;deverá ser encaminhado ao Congresso Nacional até&nbsp;<strong>31 de agosto</strong>. A proposta passará pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) antes de seguir para votação e, posteriormente, sanção presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Dario Durigan, o projeto também já deverá considerar a previsão de arrecadação da&nbsp;<strong>Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)</strong>&nbsp;e do&nbsp;<strong>Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)</strong>, tributos criados pela reforma tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro afirmou ainda que a proposta prevê&nbsp;<strong>superávit nas contas públicas</strong>, situação em que as receitas superam as despesas, conforme a meta fiscal estabelecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todas as definições foram tomadas, e tenho muito orgulho de poder apresentar um orçamento no Congresso com o presidente Lula. É um orçamento muito diferente do que a gente recebeu, um orçamento de último ano da gestão, que é muito robusto”, declarou Durigan após reunião da Junta de Execução Orçamentária (JEO) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/salario-minimo-pode-subir-para-r-1-741-em-2027-preve-governo-lula/">Salário mínimo pode subir para R$ 1.741 em 2027, prevê governo Lula</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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		<item>
		<title>Justiça Eleitoral multa Douglas Ruas em R$ 25 mil por vídeo que associa Eduardo Paes à Lava Jato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 02:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://econoticiasrj.com.br/?p=9621</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) multou o candidato ao governo do estado Douglas Ruas (PL) em R$ 25 mil por um vídeo publicado no Instagram que abordava corrupção e a Operação Lava Jato enquanto exibia antigas manchetes envolvendo seu adversário na disputa pelo Palácio Guanabara, Eduardo Paes (PSD). Segundo a Justiça Eleitoral, embora as notícias apresentadas no vídeo fossem baseadas em fatos que chegaram a ser investigados, a publicação não informou que Paes foi absolvido em determinados casos, teve denúncias rejeitadas e investigações arquivadas. A decisão foi assinada nesta quarta-feira (26) pela juíza eleitoral Maria Paula Gouvêa Galhardo. A ação foi apresentada pelo PSD, representado pelo advogado Marcio Alvim Trindade Braga, que acusou Douglas Ruas de realizar propaganda eleitoral antecipada negativa contra o ex-prefeito do Rio. Vídeo exibia manchetes antigas sobre Eduardo Paes Na gravação, Douglas Ruas fala sobre os impactos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e defende punições mais rigorosas para políticos envolvidos em atos ilícitos. Durante o discurso, aparecem manchetes antigas relacionadas a Eduardo Paes. A defesa do candidato alegou que as manchetes eram verdadeiras e que os procedimentos mencionados de fato existiram. Também sustentou que o conteúdo representava uma crítica política e que o arquivamento posterior das investigações não tornaria falsas as notícias publicadas na época. O TRE-RJ, no entanto, entendeu que a forma como o conteúdo foi apresentado ultrapassou os limites da crítica política e caracterizou propaganda eleitoral antecipada negativa. Para a magistrada, o vídeo não fez apenas uma crítica genérica à corrupção. Como Eduardo Paes foi citado nominalmente e associado às manchetes exibidas, a mensagem acabou sendo direcionada ao principal adversário de Douglas Ruas na disputa pelo governo do estado. TRE determina retirada do vídeo Além da multa de R$ 25 mil, a Justiça Eleitoral determinou a remoção definitiva do vídeo e proibiu Douglas Ruas de publicar novamente conteúdo de teor semelhante. Na definição do valor da penalidade, a relatora considerou a forma de divulgação do material e o entendimento de que o candidato tinha conhecimento dos arquivamentos e não apresentou essa informação no vídeo. A magistrada também avaliou o potencial de alcance e convencimento da publicação. Por outro lado, houve redução de R$ 5 mil na multa porque não ficou comprovado que o conteúdo havia sido impulsionado por meio de publicidade paga. Segundo a decisão, Douglas Ruas retirou a publicação rapidamente após uma determinação anterior da Justiça, motivo pelo qual não foi aplicada multa diária pelo descumprimento. A decisão ainda pode ser contestada por meio de recurso.</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/justica-eleitoral-multa-douglas-ruas-em-r-25-mil-por-video-que-associa-eduardo-paes-a-lava-jato/">Justiça Eleitoral multa Douglas Ruas em R$ 25 mil por vídeo que associa Eduardo Paes à Lava Jato</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ)</strong> multou o candidato ao governo do estado <strong>Douglas Ruas (PL)</strong> em R$ 25 mil por um vídeo publicado no Instagram que abordava corrupção e a Operação Lava Jato enquanto exibia antigas manchetes envolvendo seu adversário na disputa pelo Palácio Guanabara, <strong>Eduardo Paes (PSD)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Justiça Eleitoral, embora as notícias apresentadas no vídeo fossem baseadas em fatos que chegaram a ser investigados, a publicação não informou que Paes foi <strong>absolvido em determinados casos, teve denúncias rejeitadas e investigações arquivadas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi assinada nesta quarta-feira (26) pela juíza eleitoral Maria Paula Gouvêa Galhardo. A ação foi apresentada pelo PSD, representado pelo advogado Marcio Alvim Trindade Braga, que acusou Douglas Ruas de realizar <strong>propaganda eleitoral antecipada negativa</strong> contra o ex-prefeito do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vídeo exibia manchetes antigas sobre Eduardo Paes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na gravação, Douglas Ruas fala sobre os impactos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e defende punições mais rigorosas para políticos envolvidos em atos ilícitos. Durante o discurso, aparecem manchetes antigas relacionadas a Eduardo Paes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa do candidato alegou que as manchetes eram verdadeiras e que os procedimentos mencionados de fato existiram. Também sustentou que o conteúdo representava uma crítica política e que o arquivamento posterior das investigações não tornaria falsas as notícias publicadas na época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRE-RJ, no entanto, entendeu que a forma como o conteúdo foi apresentado ultrapassou os limites da crítica política e caracterizou <strong>propaganda eleitoral antecipada negativa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a magistrada, o vídeo não fez apenas uma crítica genérica à corrupção. Como Eduardo Paes foi citado nominalmente e associado às manchetes exibidas, a mensagem acabou sendo direcionada ao principal adversário de Douglas Ruas na disputa pelo governo do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TRE determina retirada do vídeo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da multa de <strong>R$ 25 mil</strong>, a Justiça Eleitoral determinou a <strong>remoção definitiva do vídeo</strong> e proibiu Douglas Ruas de publicar novamente conteúdo de teor semelhante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na definição do valor da penalidade, a relatora considerou a forma de divulgação do material e o entendimento de que o candidato tinha conhecimento dos arquivamentos e não apresentou essa informação no vídeo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada também avaliou o potencial de alcance e convencimento da publicação. Por outro lado, houve redução de R$ 5 mil na multa porque não ficou comprovado que o conteúdo havia sido impulsionado por meio de publicidade paga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a decisão, Douglas Ruas retirou a publicação rapidamente após uma determinação anterior da Justiça, motivo pelo qual não foi aplicada multa diária pelo descumprimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão ainda <strong>pode ser contestada por meio de recurso</strong>.</p>
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		<title>Eduardo Paes contesta ação de impugnação de Jordy no TRE-RJ e pede punição por ‘má-fé’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:43:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A defesa de Eduardo Paes (PSD) apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) uma contestação ao pedido de impugnação do registro de candidatura feito pelo candidato ao Senado Carlos Jordy (PL). O documento foi protocolado nesta segunda-feira (25). Os advogados de Paes classificaram a ação como “temerária, vergonhosa e lamentável” e solicitaram que Jordy seja punido por litigância de má-fé. Jordy questiona candidatura de Paes Na ação apresentada à Justiça Eleitoral, Carlos Jordy tenta impedir o registro da candidatura de Paes ao governo do Rio. O candidato do PL sustenta que o ex-prefeito teria coordenado uma estrutura de favorecimento político-eleitoral relacionada a facções criminosas, milícias e contraventores. As acusações apresentadas por Jordy foram divididas em três núcleos. Um deles envolve o Terceiro Comando Puro (TCP) e o deputado Val Ceasa (PRD). Outro trata da deputada estadual Lucinha e do vereador Júnior da Lucinha (PSD), relacionados à chamada milícia da Zona Oeste. O terceiro núcleo citado na ação envolve a contravenção, o Comando Vermelho, a família Drumond e agremiações carnavalescas. Defesa nega envolvimento de Paes Na contestação, os advogados afirmam que a ação, composta por 49 páginas, teria construído uma narrativa a partir de “fragmentos descontextualizados” de reportagens, publicações em redes sociais e procedimentos criminais envolvendo terceiros. A defesa também sustenta que Paes não possui condenação criminal e que não há nos autos provas ou indícios de que o candidato integre organização criminosa, milícia ou estrutura paramilitar. Outro argumento apresentado é de que Paes não poderia ser responsabilizado por eventuais atos praticados por candidatos que integram ou apoiam sua aliança eleitoral. Segundo os advogados, há 946 candidatos a deputado estadual e federal vinculados aos partidos da coligação, além de outros nomes que declararam apoio ao ex-prefeito. Defesa critica pedidos de investigação A contestação também questiona as 20 diligências solicitadas por Jordy. Entre os pedidos estão informações sobre inquéritos e procedimentos criminais, processos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), contratos da Prefeitura do Rio, atos societários da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) e repasses da Riotur. Os advogados classificaram os pedidos como uma “pescaria probatória” e argumentaram que a ação foi apresentada sem provas concretas contra Paes. Segundo a defesa, permitir as diligências poderia transformar a Justiça Eleitoral em uma espécie de instância de investigação criminal e comprometer o rito das ações de impugnação de registro de candidatura. Por isso, os advogados pedem que os 20 requerimentos sejam rejeitados. Defesa pede multa contra Carlos Jordy Além de solicitar o indeferimento da ação de impugnação e o deferimento do registro da candidatura de Eduardo Paes, a defesa pede que Carlos Jordy seja multado por litigância de má-fé. Os advogados também solicitaram o envio de cópias do processo ao Ministério Público Eleitoral, para que o órgão avalie eventuais medidas com base no artigo 25 da Lei Complementar nº 64/90, que trata da apresentação temerária ou de má-fé de impugnações de registro de candidatura. A contestação foi assinada pelos advogados Gustavo da Rocha Schmidt, André Luiz Faria Miranda, Filipe O. Danan Saraiva e Marcio Alvim Trindade Braga e protocolada em 25 de agosto de 2026.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A defesa de <strong>Eduardo Paes (PSD)</strong> apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) uma contestação ao pedido de impugnação do registro de candidatura feito pelo candidato ao Senado <strong>Carlos Jordy (PL)</strong>. O documento foi protocolado nesta segunda-feira (25).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados de Paes classificaram a ação como “temerária, vergonhosa e lamentável” e solicitaram que Jordy seja punido por <strong>litigância de má-fé</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jordy questiona candidatura de Paes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação apresentada à Justiça Eleitoral, Carlos Jordy tenta impedir o registro da candidatura de Paes ao governo do Rio. O candidato do PL sustenta que o ex-prefeito teria coordenado uma estrutura de favorecimento político-eleitoral relacionada a <strong>facções criminosas, milícias e contraventores</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As acusações apresentadas por Jordy foram divididas em três núcleos. Um deles envolve o <strong>Terceiro Comando Puro (TCP)</strong> e o deputado Val Ceasa (PRD). Outro trata da deputada estadual Lucinha e do vereador Júnior da Lucinha (PSD), relacionados à chamada milícia da Zona Oeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro núcleo citado na ação envolve a <strong>contravenção, o Comando Vermelho, a família Drumond e agremiações carnavalescas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Defesa nega envolvimento de Paes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na contestação, os advogados afirmam que a ação, composta por 49 páginas, teria construído uma narrativa a partir de “fragmentos descontextualizados” de reportagens, publicações em redes sociais e procedimentos criminais envolvendo terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa também sustenta que Paes <strong>não possui condenação criminal</strong> e que não há nos autos provas ou indícios de que o candidato integre organização criminosa, milícia ou estrutura paramilitar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro argumento apresentado é de que Paes não poderia ser responsabilizado por eventuais atos praticados por candidatos que integram ou apoiam sua aliança eleitoral. Segundo os advogados, há <strong>946 candidatos a deputado estadual e federal</strong> vinculados aos partidos da coligação, além de outros nomes que declararam apoio ao ex-prefeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Defesa critica pedidos de investigação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A contestação também questiona as <strong>20 diligências</strong> solicitadas por Jordy. Entre os pedidos estão informações sobre inquéritos e procedimentos criminais, processos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), contratos da Prefeitura do Rio, atos societários da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) e repasses da Riotur.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados classificaram os pedidos como uma “pescaria probatória” e argumentaram que a ação foi apresentada sem provas concretas contra Paes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a defesa, permitir as diligências poderia transformar a Justiça Eleitoral em uma espécie de instância de investigação criminal e comprometer o rito das ações de impugnação de registro de candidatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, os advogados pedem que os 20 requerimentos sejam rejeitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Defesa pede multa contra Carlos Jordy</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de solicitar o <strong>indeferimento da ação de impugnação</strong> e o deferimento do registro da candidatura de Eduardo Paes, a defesa pede que Carlos Jordy seja multado por litigância de má-fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados também solicitaram o envio de cópias do processo ao <strong>Ministério Público Eleitoral</strong>, para que o órgão avalie eventuais medidas com base no artigo 25 da Lei Complementar nº 64/90, que trata da apresentação temerária ou de má-fé de impugnações de registro de candidatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A contestação foi assinada pelos advogados Gustavo da Rocha Schmidt, André Luiz Faria Miranda, Filipe O. Danan Saraiva e Marcio Alvim Trindade Braga e protocolada em <strong>25 de agosto de 2026</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="976" height="792" src="https://econoticiasrj.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG_6365.png" alt="" class="wp-image-9607" srcset="https://econoticiasrj.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG_6365.png 976w, https://econoticiasrj.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG_6365-300x243.png 300w, https://econoticiasrj.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG_6365-768x623.png 768w" sizes="(max-width: 976px) 100vw, 976px" /></figure>
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		<item>
		<title>Em São Gonçalo, Eduardo Paes fala sobre segurança pública e critica Ruas e Castro</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/em-sao-goncalo-eduardo-paes-fala-sobre-seguranca-publica-e-critica-ruas-e-castro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 20:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segurança pública foi um dos principais temas abordados por Eduardo Paes (PSD) durante uma agenda de campanha em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, nesta segunda-feira (24). O candidato ao governo do Rio de Janeiro afirmou que roubos e furtos estão entre as maiores preocupações da população fluminense e declarou que esses crimes aumentaram 50% no estado em comparação com o ano passado. Paes também chamou atenção para a situação de São Gonçalo. Segundo ele, os roubos de veículos no município quase dobraram no período. Como proposta para enfrentar o avanço da criminalidade, o candidato afirmou que pretende ampliar e redistribuir o efetivo policial a partir do mapeamento das chamadas “manchas criminais”, identificando os locais com maior concentração de ocorrências. Paes promete novo modelo de patrulhamento Durante a agenda, Eduardo Paes defendeu a criação de novos modelos de patrulhamento e afirmou que os policiais deverão receber informações mais detalhadas sobre as regiões onde os crimes acontecem com maior frequência. “Vou criar um quadro de missão direcionado aos policiais, para que cada agente tenha informações sobre os locais com maior concentração de crimes e possa atuar de maneira mais estratégica”, afirmou. A proposta apresentada pelo candidato tem como objetivo direcionar o policiamento para áreas consideradas mais críticas e aumentar a eficiência das ações de segurança. Eduardo Paes critica Cláudio Castro e Douglas Ruas Além das propostas para a segurança pública, Paes aproveitou a passagem por São Gonçalo para fazer críticas ao ex-governador Cláudio Castro e ao candidato Douglas Ruas (PL). O prefeito do Rio afirmou que pretende lançar uma “campanha anti-bullying” em defesa de prefeitos que, segundo ele, teriam sofrido pressão política de integrantes do grupo ligado ao ex-governador. Paes também destacou sua experiência de quatro mandatos à frente da Prefeitura do Rio e afirmou que, caso seja eleito governador, pretende manter uma relação próxima com os prefeitos dos municípios fluminenses. Segundo o candidato, prefeitos ligados ao PL teriam procurado sua equipe de maneira discreta durante sua gestão por receio de possíveis retaliações políticas. “Por vezes precisava me encontrar escondido com prefeitos aliados do PL, porque senão eles eram oprimidos”, declarou. Candidato acusa gestão estadual de priorizar São Gonçalo Paes também acusou a gestão estadual de tratar de forma diferente municípios administrados por grupos políticos adversários. Como exemplo, mencionou a atuação de Douglas Ruas na Secretaria de Estado das Cidades. Segundo o candidato, a pasta teria concentrado investimentos em São Gonçalo, onde o pai de Douglas, Capitão Nelson, é prefeito, deixando outras cidades fluminenses em segundo plano. “Parecia uma Secretaria das Cidades de São Gonçalo”, afirmou Paes. As declarações sobre suposta concentração de investimentos e pressão política foram feitas pelo candidato durante a agenda de campanha e não representam, por si só, uma comprovação independente das acusações. Paes promete parceria com os 92 prefeitos do RJ Durante o encontro, Eduardo Paes afirmou que, se for eleito governador do Rio de Janeiro, pretende trabalhar em conjunto com os 92 prefeitos do estado, independentemente de partido ou alinhamento político. São Gonçalo, segundo o candidato, terá atenção especial. Paes também citou um acordo firmado durante sua gestão na Prefeitura do Rio que prevê o repasse de R$ 300 milhões por ano ao município a partir de 2025. “Se já firmei um acordo repassando R$ 300 milhões por ano para São Gonçalo a partir de 2025, imagina o que não farei por essa cidade quando for governador do Estado”, declarou. Questionado sobre possíveis políticos de São Gonçalo que estariam apoiando sua candidatura sem tornar o apoio público, Paes preferiu não revelar os nomes. “Não vou contar, é segredo!”, disse o candidato, aos risos. Fonte: Agenda do poder</p>
<p>O post <a href="https://econoticiasrj.com.br/em-sao-goncalo-eduardo-paes-fala-sobre-seguranca-publica-e-critica-ruas-e-castro/">Em São Gonçalo, Eduardo Paes fala sobre segurança pública e critica Ruas e Castro</a> apareceu primeiro em <a href="https://econoticiasrj.com.br">Eco Notícias RJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A segurança pública foi um dos principais temas abordados por Eduardo Paes (PSD) durante uma agenda de campanha em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, nesta segunda-feira (24). O candidato ao governo do Rio de Janeiro afirmou que roubos e furtos estão entre as maiores preocupações da população fluminense e declarou que esses crimes aumentaram 50% no estado em comparação com o ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paes também chamou atenção para a situação de São Gonçalo. Segundo ele, os roubos de veículos no município quase dobraram no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como proposta para enfrentar o avanço da criminalidade, o candidato afirmou que pretende ampliar e redistribuir o efetivo policial a partir do mapeamento das chamadas “manchas criminais”, identificando os locais com maior concentração de ocorrências.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Paes promete novo modelo de patrulhamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a agenda, Eduardo Paes defendeu a criação de novos modelos de patrulhamento e afirmou que os policiais deverão receber informações mais detalhadas sobre as regiões onde os crimes acontecem com maior frequência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vou criar um quadro de missão direcionado aos policiais, para que cada agente tenha informações sobre os locais com maior concentração de crimes e possa atuar de maneira mais estratégica”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta apresentada pelo candidato tem como objetivo direcionar o policiamento para áreas consideradas mais críticas e aumentar a eficiência das ações de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eduardo Paes critica Cláudio Castro e Douglas Ruas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das propostas para a segurança pública, Paes aproveitou a passagem por São Gonçalo para fazer críticas ao ex-governador Cláudio Castro e ao candidato Douglas Ruas (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prefeito do Rio afirmou que pretende lançar uma “campanha anti-bullying” em defesa de prefeitos que, segundo ele, teriam sofrido pressão política de integrantes do grupo ligado ao ex-governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paes também destacou sua experiência de quatro mandatos à frente da Prefeitura do Rio e afirmou que, caso seja eleito governador, pretende manter uma relação próxima com os prefeitos dos municípios fluminenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o candidato, prefeitos ligados ao PL teriam procurado sua equipe de maneira discreta durante sua gestão por receio de possíveis retaliações políticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por vezes precisava me encontrar escondido com prefeitos aliados do PL, porque senão eles eram oprimidos”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Candidato acusa gestão estadual de priorizar São Gonçalo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Paes também acusou a gestão estadual de tratar de forma diferente municípios administrados por grupos políticos adversários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como exemplo, mencionou a atuação de Douglas Ruas na Secretaria de Estado das Cidades. Segundo o candidato, a pasta teria concentrado investimentos em São Gonçalo, onde o pai de Douglas, Capitão Nelson, é prefeito, deixando outras cidades fluminenses em segundo plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Parecia uma Secretaria das Cidades de São Gonçalo”, afirmou Paes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As declarações sobre suposta concentração de investimentos e pressão política foram feitas pelo candidato durante a agenda de campanha e não representam, por si só, uma comprovação independente das acusações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Paes promete parceria com os 92 prefeitos do RJ</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, Eduardo Paes afirmou que, se for eleito governador do Rio de Janeiro, pretende trabalhar em conjunto com os 92 prefeitos do estado, independentemente de partido ou alinhamento político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Gonçalo, segundo o candidato, terá atenção especial. Paes também citou um acordo firmado durante sua gestão na Prefeitura do Rio que prevê o repasse de R$ 300 milhões por ano ao município a partir de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se já firmei um acordo repassando R$ 300 milhões por ano para São Gonçalo a partir de 2025, imagina o que não farei por essa cidade quando for governador do Estado”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado sobre possíveis políticos de São Gonçalo que estariam apoiando sua candidatura sem tornar o apoio público, Paes preferiu não revelar os nomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não vou contar, é segredo!”, disse o candidato, aos risos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agenda do poder </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Candidata do PL que critica Bolsa Família e Gás do Povo recebe benefícios dos programas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 13:58:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A candidata a deputada federal por São Paulo Sophia Barclay (PL), influenciadora bolsonarista conhecida nas redes sociais como “Trans de Direita”, aparece como beneficiária de programas de assistência social do governo federal que ela própria costuma criticar publicamente. Dados do Portal da Transparência indicam que Barclay recebe recursos do Bolsa Família desde 2018 e também foi contemplada neste ano pelo benefício do programa Gás do Povo. Segundo os registros públicos, Sophia Barclay ingressou no Bolsa Família em maio de 2018, quando tinha 18 anos e residia no Rio de Janeiro. O benefício está vinculado ao Cadastro Único (CadÚnico), base de dados utilizada pelo governo federal para identificar famílias de baixa renda aptas a participar de programas sociais. Os dados mostram que, com exceção de 2024, a candidata recebeu pagamentos ao longo dos últimos oito anos. Em 2025, ela registrou o maior valor anual do período, com R$ 6 mil pagos pelo Novo Bolsa Família. Já no programa Gás do Povo, criado para auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha, há registro de benefício em nome de Barclay desde março deste ano. O cadastro possui validade entre julho e outubro de 2026. Somados, os pagamentos recebidos pela candidata por meio dos programas sociais ultrapassam R$ 23 mil. Ataques aos programas sociais Apesar de ser beneficiária das iniciativas, Sophia Barclay passou a publicar críticas ao Bolsa Família e ao Gás do Povo principalmente a partir de 2025, período em que intensificou sua atuação política alinhada ao campo bolsonarista. Em uma publicação feita na rede social X, em setembro de 2025, após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, a candidata atacou pessoas que apoiavam a decisão judicial e associou esse grupo aos beneficiários do Bolsa Família. Na postagem, Barclay afirmou que parte dessas pessoas “merece viver apenas de Bolsa Família” e chamou os beneficiários do programa de “bando de porco”. Em outra publicação, divulgada em outubro do mesmo ano, a candidata criticou o programa Gás do Povo e afirmou que o governo Lula teria interesse em “manter o povo na miséria”. Na ocasião, questionou por que, após sucessivos mandatos do PT, ainda existiria a necessidade de auxílio para a compra de gás de cozinha. Em julho deste ano, ela voltou ao tema em um vídeo publicado no Instagram, no qual questionou a política de distribuição do benefício. Quem é Sophia Barclay Sophia Barclay ganhou notoriedade nas redes sociais ao se apresentar como uma influenciadora conservadora e defensora do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em 2026, filiou-se ao PL para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A candidata a deputada federal por São Paulo Sophia Barclay (PL), influenciadora bolsonarista conhecida nas redes sociais como “Trans de Direita”, aparece como beneficiária de programas de assistência social do governo federal que ela própria costuma criticar publicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Portal da Transparência indicam que Barclay recebe recursos do Bolsa Família desde 2018 e também foi contemplada neste ano pelo benefício do programa Gás do Povo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os registros públicos, Sophia Barclay ingressou no Bolsa Família em maio de 2018, quando tinha 18 anos e residia no Rio de Janeiro. O benefício está vinculado ao Cadastro Único (CadÚnico), base de dados utilizada pelo governo federal para identificar famílias de baixa renda aptas a participar de programas sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram que, com exceção de 2024, a candidata recebeu pagamentos ao longo dos últimos oito anos. Em 2025, ela registrou o maior valor anual do período, com R$ 6 mil pagos pelo Novo Bolsa Família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no programa Gás do Povo, criado para auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha, há registro de benefício em nome de Barclay desde março deste ano. O cadastro possui validade entre julho e outubro de 2026. Somados, os pagamentos recebidos pela candidata por meio dos programas sociais ultrapassam R$ 23 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ataques aos programas sociais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ser beneficiária das iniciativas, Sophia Barclay passou a publicar críticas ao Bolsa Família e ao Gás do Povo principalmente a partir de 2025, período em que intensificou sua atuação política alinhada ao campo bolsonarista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma publicação feita na rede social X, em setembro de 2025, após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, a candidata atacou pessoas que apoiavam a decisão judicial e associou esse grupo aos beneficiários do Bolsa Família. Na postagem, Barclay afirmou que parte dessas pessoas “merece viver apenas de Bolsa Família” e chamou os beneficiários do programa de “bando de porco”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outra publicação, divulgada em outubro do mesmo ano, a candidata criticou o programa Gás do Povo e afirmou que o governo Lula teria interesse em “manter o povo na miséria”. Na ocasião, questionou por que, após sucessivos mandatos do PT, ainda existiria a necessidade de auxílio para a compra de gás de cozinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho deste ano, ela voltou ao tema em um vídeo publicado no Instagram, no qual questionou a política de distribuição do benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem é Sophia Barclay</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sophia Barclay ganhou notoriedade nas redes sociais ao se apresentar como uma influenciadora conservadora e defensora do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em 2026, filiou-se ao PL para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo.</p>
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		<title>Ausências de aliados expõem racha no grupo de Flávio Bolsonaro em ato de Copacabana</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/ausencias-de-aliados-expoem-racha-no-grupo-de-flavio-bolsonaro-em-ato-de-copacabana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ato que marcou o início oficial da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, realizado neste domingo (16), na Praia de Copacabana, chamou atenção não apenas pela presença de aliados, mas também pela ausência de importantes nomes da política fluminense. Cláudio Castro, Rodrigo Bacellar e Márcio Canella não participaram do evento que reuniu apoiadores e lideranças do PL no Rio de Janeiro. A ausência de Cláudio Castro ocorre em meio às mudanças no cenário político do Rio. O ex-governador deixou o cargo em abril e teve sua situação eleitoral afetada após ser declarado inelegível pela Justiça Eleitoral. Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj e ex-deputado estadual, também não participou do ato. Cassado pelo TSE e afastado da política institucional, Bacellar enfrenta ainda uma situação judicial delicada. Em agosto, o ministro Alexandre de Moraes votou pelo recebimento de denúncia da PGR contra o ex-deputado, acusado de supostamente obstruir investigações relacionadas ao Comando Vermelho. O julgamento ainda não foi concluído. A ausência de Márcio Canella no ato de Flávio Bolsonaro em Copacabana também tem um peso político considerável. Ex-prefeito de Belford Roxo e presidente do União Brasil no Rio, Canella chegou a ser um dos principais nomes apoiados por Flávio para a disputa ao Senado. A situação, porém, mudou completamente após Canella ser preso em flagrante pela Polícia Federal, em julho, durante a Operação Unha e Carne. Os agentes encontraram um fuzil calibre .556, de uso restrito, em um de seus veículos. A prisão foi posteriormente convertida em preventiva pela Justiça. Segundo a Polícia Federal, Canella é investigado em um esquema que teria movimentado cerca de R$ 7,6 bilhões por meio de uma rede de postos de combustíveis. A investigação apura suspeitas de crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro e contratação direta ilegal. Canella nega as acusações.&#160; Mas, apesar da tentativa de demonstrar força, o evento também escancarou um problema para a campanha: nem todas as lideranças que já estiveram ao lado do grupo permanecem no mesmo palanque.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O ato que marcou o início oficial da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, realizado neste domingo (16), na Praia de Copacabana, chamou atenção não apenas pela presença de aliados, mas também pela ausência de importantes nomes da política fluminense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cláudio Castro, Rodrigo Bacellar e Márcio Canella não participaram do evento que reuniu apoiadores e lideranças do PL no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de Cláudio Castro ocorre em meio às mudanças no cenário político do Rio. O ex-governador deixou o cargo em abril e teve sua situação eleitoral afetada após ser declarado inelegível pela Justiça Eleitoral.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj e ex-deputado estadual, também não participou do ato. Cassado pelo TSE e afastado da política institucional, Bacellar enfrenta ainda uma situação judicial delicada. Em agosto, o ministro Alexandre de Moraes votou pelo recebimento de denúncia da PGR contra o ex-deputado, acusado de supostamente obstruir investigações relacionadas ao Comando Vermelho. O julgamento ainda não foi concluído.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de Márcio Canella no ato de Flávio Bolsonaro em Copacabana também tem um peso político considerável. Ex-prefeito de Belford Roxo e presidente do União Brasil no Rio, Canella chegou a ser um dos principais nomes apoiados por Flávio para a disputa ao Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação, porém, mudou completamente após Canella ser preso em flagrante pela Polícia Federal, em julho, durante a Operação Unha e Carne. Os agentes encontraram um fuzil calibre .556, de uso restrito, em um de seus veículos. A prisão foi posteriormente convertida em preventiva pela Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Polícia Federal, Canella é investigado em um esquema que teria movimentado cerca de R$ 7,6 bilhões por meio de uma rede de postos de combustíveis. A investigação apura suspeitas de crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro e contratação direta ilegal. Canella nega as acusações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, apesar da tentativa de demonstrar força, o evento também escancarou um problema para a campanha: nem todas as lideranças que já estiveram ao lado do grupo permanecem no mesmo palanque.<br></p>
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		<title>Zeidan escolhe Maricá para iniciar campanha à reeleição com adesivaço e caminhada</title>
		<link>https://econoticiasrj.com.br/zeidan-escolhe-marica-para-iniciar-campanha-a-reeleicao-com-adesivaco-e-caminhada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eco Notícias RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 19:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A candidata à reeleição para deputada estadual Zeidan (PT) escolheu Maricá para dar início oficialmente à sua campanha eleitoral. As atividades aconteceram neste domingo (16) e reuniram eleitores, apoiadores e lideranças políticas. A mobilização começou com um adesivaço no Parque Nanci, onde Zeidan esteve ao lado de Diego Quaquá, candidato a deputado federal pelo PT e com quem faz dobradinha eleitoral em Maricá. Depois, a candidata seguiu para a Praça do Barroco, em Itaipuaçu, onde foi recebida por apoiadores. Com bandeiras, panfletos e carro de som, o grupo percorreu as ruas do entorno da praça. Com o slogan “O Rio precisa de quem faz”, Zeidan saiu da Avenida Carlos Marighella em direção à Avenida Zumbi dos Palmares. Durante a caminhada, conversou com comerciantes, cumprimentou moradores e posou para fotos com eleitores e apoiadores. Ao final do ato, a candidata comemorou o início oficial da campanha e ressaltou a participação dos apoiadores. “O start foi dado e eu não estou sozinha nesta história”, afirmou Zeidan. Zeidan disputa a reeleição para deputada estadual pelo PT, com o número 13103. Diego Quaquá concorre a deputado federal pelo partido, com o número 1313.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A candidata à reeleição para deputada estadual <strong>Zeidan (PT)</strong> escolheu Maricá para dar início oficialmente à sua campanha eleitoral. As atividades aconteceram neste domingo (16) e reuniram eleitores, apoiadores e lideranças políticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilização começou com um <strong>adesivaço no Parque Nanci</strong>, onde Zeidan esteve ao lado de <strong>Diego Quaquá</strong>, candidato a deputado federal pelo PT e com quem faz dobradinha eleitoral em Maricá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois, a candidata seguiu para a <strong>Praça do Barroco, em Itaipuaçu</strong>, onde foi recebida por apoiadores. Com bandeiras, panfletos e carro de som, o grupo percorreu as ruas do entorno da praça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o slogan <strong>“O Rio precisa de quem faz”</strong>, Zeidan saiu da Avenida Carlos Marighella em direção à Avenida Zumbi dos Palmares. Durante a caminhada, conversou com comerciantes, cumprimentou moradores e posou para fotos com eleitores e apoiadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final do ato, a candidata comemorou o início oficial da campanha e ressaltou a participação dos apoiadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O start foi dado e eu não estou sozinha nesta história”, afirmou Zeidan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Zeidan disputa a <strong>reeleição para deputada estadual pelo PT</strong>, com o número <strong>13103</strong>. Diego Quaquá concorre a deputado federal pelo partido, com o número <strong>1313</strong>.</p>



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