Robson dos Santos, de 36 anos, conseguiu retomar a autonomia após viver em situação de rua e receber acolhimento na Casa Abrigo de Itaipuaçu, em Maricá. Em menos de um mês no serviço, ele contou com acompanhamento social, orientações e apoio para reinserção no mercado de trabalho. O resultado foi imediato: Robson conquistou um emprego e retornou a São Gonçalo, sua cidade de origem, iniciando um novo capítulo em sua trajetória.
De acordo com a Secretaria de Assistência Social e Cidadania, mais de 240 ações de apoio já foram realizadas em 2025 para pessoas em situação de vulnerabilidade. Entre elas, 70 cidadãos foram domiciliados, 71 reinseridos em suas famílias e 100 retornaram aos seus municípios de origem, fortalecendo o trabalho de proteção social no município.
O secretário Reginaldo Mendes destacou que casos como o de Robson reforçam a importância do atendimento humanizado.
“Se todos os municípios seguissem as diretrizes do SUAS, como fazemos aqui, o país estaria bem melhor. Expulsar pessoas de territórios não resolve o problema. Pelo contrário, agrava. Ninguém vive nas ruas porque quer”, afirmou.
Para a coordenadora da unidade, Monique Freitas, o acolhimento é a porta de entrada para a reconstrução de vidas.
“Acolher é o primeiro passo. Criamos uma ponte segura para a reinserção social, garantindo que cada usuário tenha suporte integral para recuperar seus direitos e retomar o protagonismo de sua história”, explicou.






